Título: Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1957(Data de produção)
1956 - 1959(Datas-limite)
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Árvores, Flora / Vegetação, Externa, Diurna
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://www.sefaz.es.gov.br/painel/BMBio12.htm
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/um-jardim-sem-igual
www.jbrj.gov.br
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/um-jardim-sem-igual
www.jbrj.gov.br
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
