Título: Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1957(Data de produção)
1956 - 1959(Datas-limite)
A estátua equestre de Dom Pedro I foi erguida por iniciativa de Dom Pedro II, em homenagem à proclamação da Independência
do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com.br/2013/03/monumento-pedro-i-na-praca-tiradentes.html
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
