Título: Prédio da Associação Brasileira de Imprensa
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Prédio da Associação Brasileira de Imprensa
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1967(Data de produção)
1966 - 1968(Datas-limite)
O prédio da ABI foi construído entre 1936 e 1930 e seus arquitetos foram os irmãos Roberto. Foi o primeiro a utilizar a solução apresentada por Le Corbusier para o problema do excesso de luz — o brise-soleil, quebra-sol através de persianas de concreto na fachada. Também tem características que marcam a evolução da arquitetura moderna, como estrutura independente, teto-jardim, fachada livre e plano livre.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Aspectos urbanos, Arquitetura, Externa, Cena de rua, Centro do Rio de Janeiro, Associação Brasileira de Imprensa
http://www.archdaily.com.br/br/01-37838/classicos-da-arquitetura-sede-da-associacao-brasileira-de-imprensa-abi-irmaos-roberto
http://www.abi.org.br/institucional/o-predio-da-abi/
http://www.abi.org.br/institucional/o-predio-da-abi/
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
