Título: Festa popular Moçambique
Detalhes
010SPMO02182.jpg
Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Individualizados > Festa popular Moçambique
Festa popular Moçambique
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1949(Data de produção)
1949 - 1954(Datas-limite)
Grupo votivo em homenagem a S. Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Os personagens representam Reis, Capitão, General, Meirinho, Dançadores. Percutem Guizos ("paiás"), presos nos tornozelos, nos momentos da dança. Os demais instrumentos musicais são todos de percussão. Em São Paulo, os dançadores trazem bastões e com eles desenvolvem ricas figurações coreográfica.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Festas folclóricas, Festas populares, Indumentária, Externa, Diurna
Módulo Brasil Arquitetura de agosto de 1958 - A dança do Moçambique - http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=006173&PagFis=1203
www.unicamp.br/folclore/Material/extra_dancas.pdf
www.unicamp.br/folclore/Material/extra_dancas.pdf
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
