Título: Viaduto do Chá e o Edifício Conde de Prates
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Viaduto do Chá e o Edifício Conde de Prates
Viaduto do Chá e o Edifício Conde de Prates
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1957(Data de produção)
1957 - 1958(Datas-limite)
Entre os Viadutos do Chá e Santa Ifigênia, o Vale do Anhangabaú fica no centro de São Paulo e reúne o prédio da prefeitura da cidade, o Teatro Municipal, a Escola Municipal de Balé, o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, um campus universitário e é rodeado por grandes edifícios. O nome Anhangabaú é indígena e significa, em tupi, rio ou água do mau espírito.
O Edifício Conde de Prates levou quatro anos para ser construído e foi inaugurado em 9 de julho de 1956, data em que a Revolução Constitucionalista completou 24 anos. Localiza-se na Rua Líbero Badaró, no local de um dos antigos Palacetes Prates (o mais próximo da Praça Patriarca e do Viaduto do Chá). O arquiteto foi Giancarlo Palanti. Abrigava os escritórios da Sul América Unibanco Seguradora.
Primeiro viaduto de São Paulo, o Viaduto do Chá foi idealizado em 1877 e inaugurado em 6 de novembro de 1892 e fica localizado no Vale do Anhangabaú, no centro da cidade de São Paulo.Tem esse nome porque havia nas proximidades uma extensa plantação de chá da Índia. Com estrutura metálica vinda da Alemanha, liga a rua Direita (Centro Velho) com a rua do Chá, atual rua Barão de Itapetininga (Centro Novo).
O Edifício Conde de Prates levou quatro anos para ser construído e foi inaugurado em 9 de julho de 1956, data em que a Revolução Constitucionalista completou 24 anos. Localiza-se na Rua Líbero Badaró, no local de um dos antigos Palacetes Prates (o mais próximo da Praça Patriarca e do Viaduto do Chá). O arquiteto foi Giancarlo Palanti. Abrigava os escritórios da Sul América Unibanco Seguradora.
Primeiro viaduto de São Paulo, o Viaduto do Chá foi idealizado em 1877 e inaugurado em 6 de novembro de 1892 e fica localizado no Vale do Anhangabaú, no centro da cidade de São Paulo.Tem esse nome porque havia nas proximidades uma extensa plantação de chá da Índia. Com estrutura metálica vinda da Alemanha, liga a rua Direita (Centro Velho) com a rua do Chá, atual rua Barão de Itapetininga (Centro Novo).
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Aspectos urbanos, Arquitetura, Edifícios e prédios, Externa, Diurna, Edifício Conde de Prates, Viaduto do Chá, Viadutos, Centro de São Paulo
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/o-que-visitar/pontos-turisticos/230-vale-do-anhangabau
http://www.saopauloantiga.com.br/palacete-prates/
Folha da Manhã, 10/07/1956
http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/turismo_pontos-turisticos_viaduto-do-cha
http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/178-banespao-edificio-altino-arantes
http://www.saopauloantiga.com.br/palacete-prates/
Folha da Manhã, 10/07/1956
http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/turismo_pontos-turisticos_viaduto-do-cha
http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/178-banespao-edificio-altino-arantes
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
