Título: Casa de Câmara e Cadeia
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
A. C. da Silva Telles > Casa de Câmara e Cadeia
Casa de Câmara e Cadeia
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A construção da Casa de Câmara e Cadeia de Santo Amaro foi concluída em 1769, com o apoio financeiro da coroa, solicitado em 1727 pelos oficiais da Câmara. O edifício foi erguido à semelhança do Paço Municipal de Salvador, com dois pavimentos que se desenvolvem a partir de um pequeno pátio retangular. Em 1916 o prédio passou a abrigar a Imprensa Oficial da cidade, e na década de 1920 a cadeia que funcionava no andar térreo foi transferida para outro local. O conjunto foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - em 16 de outubro de 1941.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Pessoas, Transportes, Arquitetura, Casa de Câmara e Cadeia - Santo Amaro, Casas, Praça da Purificação - Santo Amaro
http://www.iphan.gov.br/ans.net/tema_consulta.asp?Linha=tc_hist.gif&Cod=1178
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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