Title: Casa da Torre de Garcia d'Ávila - parte anexa à Capela
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A. C. da Silva Telles
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Casa da Torre de Garcia d'Ávila - parte anexa à Capela
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O Castelo da Torre, também conhecido como Torre de Garcia D'Avila ou Casa da Torre, está localizado no município de Mata de São João, na Praia do Forte, ao norte de Salvador. Considerado o maior latifúndio do país e único exemplar de um castelo feudal nas Américas, integra um conjunto residencial-militar compreendido pelo próprio Castelo, sua Torre e seus anexos: o Forte Garcia D'Avila, o Porto do Açú da Torre e sua Ambiência, formada pelas áreas adjacentes. Hoje em ruínas, o complexo começou a ser erguido em 1551 por Garcia D'Avila, começando pela torre - por ele chamada Torre Singela de São Pedro de Rates -, depois o Solar e a Capela de Nossa Senhora da Conceição. Foi seu neto e herdeiro, Francisco Dias de Avila Caramurú, quem concluiu o Castelo da Torre em 1624. Garcia D'Avila chegou à Bahia em 1549 com o primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Souza, e logo foi nomeado "feitor e almoxarife da Cidade do Salvador e da Alfândega". Considerado protegido de Tomé de Souza, por seus serviços prestados à colônia foi recompensado com terras de sesmarias que dariam origem à fortificação. Morreu em maio de 1609.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3.6(height) x 2.4(width)(imagem)
Externa, Vertical, Diurna, Igrejas e capelas, Aspectos urbanos, Arquitetura, Flora / Vegetação, Praia do Forte - Mata de São João, Casas, Casa da Torre de Garcia D'Ávila
http://www.casadatorre.org.br
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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