Título: Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem - portada
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem - portada
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
No lugar em que foi erguida a igreja havia o primitivo hospício franciscano da Boa Viagem, doado por D. Lorenço Maria à Ordem dos Franciscanos em 1710. Em 1712 foi construída uma casa de pedra e cal e uma igreja para os doentes. O hospício foi-se desenvolvendo ao redor de um pequeno pátio, que teve as dimensões reduzidas com a ampliação da capela-mor. A igreja, concluída no século XVIII, possuía originalmente nave única e corredores laterais, com tribunas superpostas e coro. Entre 1908 e 1912 passou por reformas que a modificaram: foram demolidas as paredes do térreo, que separavam a nave dos corredores, substituídas por pilares, e a varanda foi fechada do lado da Epístola. A fachada do templo é de composição bastante simples, realçada por uma torre de terminação piramidal revestida por azulejos portugueses brancos e azuis. No seu interior destacam-se o altar-mor e os altares colaterais barrocos e os azulejos da capela-mor. A Boa Viagem é o destino final da imagem do Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes, que sai da igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia no dia 1º de janeiro durante a procissão marítima do Bom Jesus dos Navegantes, atraindo uma multidão de fiéis.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Externa, Vertical, Detalhe, Diurna, Igrejas e capelas, Aspectos urbanos, Arquitetura, Igreja da Boa Viagem (Salvador, BA), Bairros, Igrejas, Boa Viagem (Salvador)
http://www.emtursa.ba.gov.br/Template.asp?IdEntidade=340&Nivel=0002000500020027
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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