Título: Vista aérea
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
A. C. da Silva Telles > Vista aérea
Vista aérea
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Aérea, Externa, Vertical, Diurna, Flora / Vegetação
http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm; http://www.cidadeshistoricas.art.br/alcantara/al_his_p.php
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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