Título: Palácio do Governo
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
A. C. da Silva Telles > Palácio do Governo
Palácio do Governo
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O Palácio do Governo tem sua origem em 1612, quando os franceses comandados por Daniel de La Touche estabeleceram uma colônia em São Luís, chamada França Equinocial, e construíram um forte, batizado São Luís. Expulsos os franceses em 1615, o capitão-mor Jerônimo de Albuquerque, com a ajuda de mão-de-obra indígena, iniciou a construção, em taipa de pilão, de uma residência para os governadores no local do antigo forte São Luís, já rebatizado pelos portugueses forte São Felipe. Em 1624 o novo Governador Geral do Maranhão, Francisco d' Albuquerque Coelho de Carvalho, mandou reconstruir o Forte São Felipe e a casa dos Governadores, que serviu de residência e local de despachos administrativos até 1762. Quatro anos depois o velho palácio do Governo foi demolido e em seu lugar erguido um edifício de pedra e cal, com beirais salientes e telhado baixo, por ordem do governador Joaquim de Mello e Póvoas. O palácio passou por inúmeras reformas e melhorias ao longo dos anos, como iluminação a gás em 1863 e a construção de uma extensa ala nos fundos em 1906. Mais conhecido hoje como Palácio dos Leões, ganhou o apelido quando o jornal "O Combate" fazia oposição ao governo de Magalhães de Almeida (1926-1929), comparando o governador aos leões que enfeitavam o brasão pintado em azulejos.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Paisagem, Diurna, Arquitetura Colonial, Arquitetura, Palácio do Governo - São Luís
http://www.gabmilitar.ma.gov.br/pagina.php?IdPagina=438
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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