Título: Vista da cidade tirada da Igreja de São Francisco de Paula
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Vista da cidade tirada da Igreja de São Francisco de Paula
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A história de Tiradentes começa por volta de 1702, quando o viajante paulista João de Siqueira Afonso identificou manchas auríferas nas encostas da Serra de São José. Tal fato atraiu inúmeras pessoas, interessadas na exploração dos veios de ouro da serra e do ouro descoberto nas águas dos rios das Mortes e Turvo. Assim nasceu o povoado, que ficou conhecido como Arraial Velho do Rio das Mortes. O uso de "velho" deveu-se ao aparecimento, em 1704, do Arraial de Nossa Senhora do Pilar, denominado Arraial Novo do Rio das Mortes, hoje São João del Rei. Em 1718 a freguesia foi elevada à Vila de São José, assim nomeada em homenagem ao Príncipe D. José, futuro rei de Portugal. No século XIX, já com o ouro escasso, a região sofreu um processo de decadência tão grave que em 1848, por meio de uma Lei Provincial, foi suprimido o município de São José. No entanto, foi restaurado no ano seguinte, e em 1860 foi elevado à cidade, preservando a denominação São José del Rei. A mudança de nome para Tiradentes foi sugerida pelo escritor Silva Jardim em 1889, durante uma visita à cidade. Proclamada a República, em 15 de novembro do mesmo ano, o Presidente provisório de Minas Gerais então decretou a mudança de nome, numa homenagem ao filho mais ilustre da cidade.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Paisagem, Diurna, Igrejas e capelas, Aspectos urbanos, Acidente Geográfico, Arquitetura, Flora / Vegetação
http://www.tiradentes.net/; www.tiradentes.mg.gov.br
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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