Título: Casario em frente à Casa dos Contos
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Casario em frente à Casa dos Contos
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O prédio da Casa dos Contos foi erguido originalmente para servir como residência e casa dos contratos do arrematante da Arrecadação Tributária das Entradas e Dízimos, João Rodrigues de Macedo, entre 1782 e 1784. Durante a Conjuração Mineira, aquartelou tropas do vice-rei e funcionou como prisão para alguns dos conjurados mais destacados, como Cláudio Manuel da Costa. Em 1792, já que Macedo estava com uma grande dívida com a Coroa, foi transferida para a casa a sede da administração e contabilidade pública da Capitania de Minas Gerais, a chamada Casa dos Contos. O imóvel foi definitivamente incorporado à Coroa portuguesa em 1803, e entre 1820 e 1821 foi construído o prolongamento do lado direito do prédio, para abrigar a Casa de Fundição do Ouro e da Moeda. Em 1844 a Casa sofreu outro acréscimo, agora do lado esquerdo, para abrigar a Secretaria da Fazenda de Minas no lugar do Tesouro Nacional. Com a transferência da capital mineira para Belo Horizonte, em 1897, o casarão passou a abrigar a Caixa Econômica e os Correios. A partir de 1973, foi adaptado para abrigar o Centro de Estudos do Ciclo do Ouro.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Arquitetura, Casas e habitações
http://www.esaf.fazenda.gov.br/casa-dos-contos/index2.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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