Título: Capela de Santana
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
A. C. da Silva Telles > Capela de Santana
Capela de Santana
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
Chapada é um vilarejo de Ouro Preto, que fica no caminho dos distritos ao sul da cidade. Não se sabe ao certo quando começou a ser habitada, e é provável que os primeiros moradores tenham sido garimpeiros ou viajantes. Em 1845 um morador da vila, Francisco Pinheiro, consegui autorização do bispo para angariar fundos para a reforma da antiga ermida. Em 1881 foi criada uma comissão encarregada da reforma, presidida por Manoel Ferreira Guimarães, que logo recebeu autorização do cônego para esmolar pela construção da igreja de Santana. A nova capela vinha substituir a antiga, que ameaçava desabar por causa de uma fenda na terra, resultado de um processo erosivo do solo. Com a ajuda financeiro do governo, foi contratado o construtor José Granha e Carvalho para realizar parte das obras, e a conclusão foi feita às custas dos moradores. O frontispício da igreja data de 1883, mas as obras prolongaram-se por mais alguns anos. Um dos destaques do templo é o alto-relevo em pedra-sabão na fachada.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Igrejas e capelas, Aspectos urbanos, Arquitetura, Capela de Santana - Ouro Preto
http://www.ouropreto.com.br/atrativos/distritos/chapada/historia.asp
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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