Título: Vista da cidade e procissão do Divino
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Vista da cidade e procissão do Divino
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A Festa do Divino Espírito Santo, herança da colonização portuguesa, mistura religião e folclore e é considerada um dos eventos mais tradicionais de Diamantina. Os festejos são celebrados no dia de Pentecostes, e a primeira procissão sai pela manhã em direção à Capela Imperial de Nossa Senhora do Amparo. À frente do cortejo vêm o Imperador e sua esposa carregando a bandeira do Divino, seguidos pela Imperatriz (primeira filha do Imperador) e a corte, formada por príncipes, damas de honra e caudatário. Nos luxuosos trajes, que remetem ao fausto da época da extração de diamantes, predominam as cores branca e vermelha. Durante todo o percurso a banda toca a "Folia do Divino", o hino oficial da festa, e são levadas medalhas do Divinos, que são benzidas e distribuídas à população. O tom folclórico é dado por grupos de marujos e caboclinhos que acompanham o séquito. Na parte da tarde há outra procissão, na qual o andor do Divino sai da igreja do Amparo, e conta com a participação de festeiros e figurantes sorteados para as comemoração do ano seguinte. Ao final, a bandeira é transmitida ao novo imperador. As comemorações do Divino surgiram no século XIV, quando a rainha Isabel de Aragão mandou construir uma igreja em homenagem ao Divino Espírito Santo, e no Brasil a festa teria surgido somente no século XVIII.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Arquitetura, Automóvel / Carro
http://www.estradareal.org.br/notic/index.asp?pagina=144&codigo=377; http://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%ADrito_Santo
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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