Título: Igreja de Nossa Senhora do Carmo - capela-mor
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo - capela-mor
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A pedra fundamental da igreja de Nossa Senhora do Carmo foi lançada em 16 de junho de 1763, e as obras deveram-se à iniciativa da Ordem Terceira do Carmo. O autor do risco foi o mestre Tiago Moreira, contratado pela Ordem. Em 1767 foi feita a entronização da imagem de Nossa Senhora do Carmo, e no ano seguinte a Ordem decidiu modificar o projeto original do frontispício. Tais modificações compreenderam o emprego de pedra de cantaria nos pilares das torres, cunhais e enquadramento dos vãos, e foram feitas entre 1771 e 1774. Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, participou das obras, e a ele é atribuída a autoria dos trabalhos de escultura em pedra-sabão que ornamentam o frontispício. As principais pinturas do templo são de Joaquim Gonçalves da Rocha, e destacam-se também o conjunto de imagens de São João da Cruz e de São Simão Stock, alojadas nos altares do arco-cruzeiro, ambas esculpidas por Aleijadinho. As talhas da igreja são características da terceira fase do Barroco.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Interna, Vertical, Arquitetura Colonial, Igrejas e capelas, Arte Sacra, Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Sabará, MG)
http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm; http://www.desvendar.com/cidades/sabara/roteiroborbagato.asp
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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