Título: Igreja Matriz de Santo Antônio - retábulo do altar-mor
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja Matriz de Santo Antônio - retábulo do altar-mor
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A igreja Matriz de Santo Antônio começou a ser construída em 1710 no lugar da primeira Matriz da Comarca do Rio das Mortes, por iniciativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento, fundada naquele mesmo ano. O templo está sobre uma grande colina e sua fachada apresenta duas torres bem desenhadas, frontão composto por duas largas volutas e é ornamentada com rocalhas encimadas por pináculos. O frontispício foi concluído entre 1810 e 1816, com risco de Aleijadinho e obras a cargo do mestre Cláudio Pereira Viana, responsável também pela escadaria e balaustrada do adro. Toda a fachada do templo foi feito em taipa, tijolos e argamassa. No interior da igreja há seis altares e o altar-mor, e a talha da capela-mor é considerada um dos mais belos exemplos de talha barroca D. João V no Brasil. Em 1786 a Irmandade encomendou um novo órgão em Portugal, para substituir o pequeno instrumento que ficava no coro da Matriz. A parte mecânica chegou a Tiradentes em 1788, e foi contratado o entalhador Salvador de Oliveira para desenhar a caixa do órgão e executar a talha. A pintura e o douramento, feitos em 1798, ficaram a cargo de Manoel Victor de Jesus.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Vertical, Interna, Arquitetura Colonial, Igrejas e capelas, Igreja Matriz de Santo Antônio (Tiradentes, MG)
http://www.tiradentes.mg.gov.br/matriz.html; http://www.brasilviagem.com/pontur/?CodAtr=65967; http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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