Título: Igreja Matriz de Santo Antônio - fachada
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja Matriz de Santo Antônio - fachada
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A igreja Matriz de Santo Antônio foi construída graças ao esforço da Irmandade do Santíssimo Sacramento, constituída da camada mais abastada da população. Pode-se dividir em três etapas o processo de construção do templo, entre os séculos XVIII e XIX. A primitiva ermida foi construída antes de 1744, e a ela pertence o altar-mor original que hoje está na capela do Santíssimo Sacramento. O douramento foi feito por volta de 1750. O arremate das obras de construção, que resultou na reedificação da parte anterior (frontispício, torres, coro e capela do batistério), foi feito por Antônio Martins Passos. Em 1752 foram executadas pintura e douramento do catavento das torres, vãos e armação aparente de madeira e foi ampliada a capela do Santíssimo, que recebeu pintura e douramento em 1756. A terceira fase das obras começou em 1760, quando a igreja ameaçava ruir, e a irmandade do Santíssimo Sacramento, junto com outras confrarias abrigadas na igreja, decidiu destinar recursos e administrar as intervenções que se faziam necessárias. As obras estenderam-se por alguns anos, e em 1780 ainda estava sendo feita a finalização da decoração interna. A capela-mor foi reconstruída provavelmente no final do século XVIII, e é possível que na mesma época tenha sido substituído o altar joanino pelo retábulo rococó que ainda figura no templo. Não há muitas informações sobre essa reforma, mas supões-se que tenha se estendido até o início do século XIX, quando Manuel da Costa Athaíde pintou o interior da igreja.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Externa, Vertical, Diurna, Igrejas e capelas, Automóvel / Carro, Igreja Matriz de Santo Antônio (Santa Bárbara, MG)
http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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