Título: Igreja de São Francisco de Assis
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
A. C. da Silva Telles > Igreja de São Francisco de Assis
Igreja de São Francisco de Assis
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A primitiva igreja de São Francisco de Assis foi construída em 1749 mas, por conta de seu estado avançado de ruína, precisou ser substituída. Em 1772 a Ordem Terceira de São Francisco de Assis deu início à construção do novo templo, e dois anos depois foram contratados os serviços do mestre Francisco de Lima Cerqueira, que deveria seguir o risco original desenhado por Aleijadinho. Cerqueira, que promoveu algumas mudanças no projeto, terminou seu trabalho em 1804, o qual incluiu a capela-mor com o respectivo retábulo, nave e sacristia. Em 1809 foi feito o acabamento da torre e do coro, a cargo do mestre Ancieto de Souza Lopes, e uma série de reformas foram executadas ao longo do século XX.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Externa, Vertical, Diurna, Igrejas e capelas, Igreja de São Francisco de Assis (São João Del Rei, MG)
http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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