Título: Fazenda do Secretário - moinho chalé
Detalhes
017BRRJ005-042.jpg
A. C. da Silva Telles
A. C. da Silva Telles > Fazenda do Secretário - moinho chalé
Fazenda do Secretário - moinho chalé
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A Fazenda do Secretário foi fundada em 1703 em terras adquiridas por José Ferreira da Fonte, secretário do governador de província do Rio de Janeiro. No século XIX as terras foram compradas por Laureano Corrêa e Castro, o Barão de Campo Belo, que mandou construir a casa. A obra, feita com trabalho escravo sob orientação de mestres portugueses, durou 20 anos, e o palacete foi inaugurado em 1830. Em estilo neoclássico, seu projeto arquitetônico é atribuído ao engenheiro alemão Júlio Frederico Koeler, que também foi responsável pelo plano urbanístico de Petrópolis. No seu apogeu, a fazenda possuía cerca de 500 mil pés de café e mais de 360 escravos. Faziam parte da fazenda, além da sede, senzalas, enfermarias, casas para empregados, um relógio francês instalado numa torre e uma capela. A torre, deteriorada pelo tempo, caiu e está sendo reconstruída. A capela de dois pavimentos, na lateral da casa, foi destruída por um antigo proprietário para dar lugar a uma sala de jogos, mas também está sendo restaurada.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Externa, Paisagem, Vertical, Diurna, Arquitetura, Flora / Vegetação, Fazenda do Secretário
https://www.portalvaledocafe.com.br/circuito_das_fazendas_fazenda_do_secretario.asp
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
Solicitar imagem junto ao detentor dos direitos indicado no Copyright
