Título: Casa de Alberto Faria
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Casa de Alberto Faria
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O palacete, que fica bem em frente à Praça da Confluência, pertenceu a Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá. Inicialmente o terreno era propriedade do colono alemão Felipe Erbis I, que em 1848 teve sua propriedade dividida. A parte com testada para o Quarteirão de Nassau (atual avenida Piabanha) foi vendida para Jean Baptiste Binot, enquanto a outra parte, voltada para Westphália (atual avenida Rio Branco), foi adquirida em 1852 por Mauá. De abril de 1852 a março de 1854 Mauá mandou erguer sua casa, em estilo neoclássico, projetada pelo engenheiro Otto Reimarus. A casa era usada como residência de verão, e foi ocupada principalmente quando da construção da primeira estrada de ferro do país. Quando Mauá decretou falência, em 1878, o palacete acabou sendo usado no pagamento de parte de suas dívidas com credores. Posteriormente a casa foi vendida ao consagrado advogado Alberto de Faria, sogro do crítico literário Alceu de Amoroso Lima. Atualmente a casa é sede do Gabinete do Prefeito de Petrópolis.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Arquitetura, Casas e habitações
fctp.petropolis.rj.gov.br/fctp/modules/xt_conteudo/index.php?id=41; http://www.biblio.com.br/conteudo/biografias/alceuamorosolima.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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