Título: Forte dos Reis Magos - canhão na ameia
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Forte dos Reis Magos - canhão na ameia
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O Forte dos Reis Magos, erguido sobre os arrecifes da Praia do Forte e estrategicamente na foz do rio Potengi, levou 30 anos para ficar pronto, sendo finalmente inaugurado em 6 de janeiro de 1598, data em que se comemora o Dia de Reis. Foram empregados na sua construção principalmente areia, óleo de baleia, bronze e grandes pedras de granito trazidas de Portugal. O arquiteto responsável pelo projeto foi Gaspar de Samperes, que seguiu a linha arquitetônica da época, ou seja, uma fortaleza de cinco pontas. Em 1630 a fortificação foi dominada por holandeses, até que em 1654 os portugueses o retomaram. O conjunto arquitetônico é formado por casa de comando, quartéis, depósito, capela e casa de pólvora.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Externa, Vertical, Diurna, Objetos / Equipamentos, Forte dos Reis Magos
http://www.natal-brazil.com/portugues/entretenimentos/forte-dos-reis-magos.html; pt.wikipedia.org/wiki/Forte_dos_Reis_Magos
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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