Título: Ruínas do Forte Príncipe da Beira
Detalhes
017BRRO003-024.jpg
A. C. da Silva Telles
A. C. da Silva Telles > Ruínas do Forte Príncipe da Beira
Ruínas do Forte Príncipe da Beira
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A construção do Forte teve início em 2 de junho de 1776 pelo engenheiro italiano Domingos Samboceti, que morreu vitimado pela malária no meio das obras. Quem continuou a empreitada foi o engenheiro Ricardo Franco de Almeida e Serra, que concluiu as obras em 20 de agosto de 1783. O objetivo da fortaleza era consolidar a posse da Coroa portuguesa sobre as terras nas margens dos rios Guaporé e Mamoré, no extremo noroeste do país, no coração da floresta Amazônica. Abandonado em 1889, permaneceu esquecido por mais de 40 anos. Em 1914 foi reencontrado pelo Marechal Rondon, que somente em 1930 construiu as instalações da unidade militar levantada ao lado das ruínas.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Externa, Vertical, Diurna, Arquitetura, Homem, Ruína, Forte Príncipe da Beira
http://www.ronet.com.br/marrocos/forte_pr/fortepb.html; www.exercito.gov.br/06OMs/Infantar/Brigada/Selva/17bdasl/indice.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
Solicitar imagem junto ao detentor dos direitos indicado no Copyright
