Título: Igreja de Nossa Senhora do Rosário - capela-mor
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Rosário - capela-mor
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A igreja de Nossa Senhora do Rosário faz parte do conjunto arquitetônico formado também pela residência jesuítica da antiga aldeia de M'Boy, atual Embu, fundada no século XVII a partir da doação de terras, por parte de Fernão Dias Paes e Catarina Camacha, aos padres do Collegio de São Paulo. O templo tem aspecto singelo, com pequena sineira que faz a ligação da igreja com a casa de dois pavimentos, formando uma quadra em torno do pátio central. No interior do templo destacam-se as obras de talha e pintura e os retábulos colaterais da primeira fase do barroco. A residência abrigava os jesuítas que vinham de São Paulo ou de aldeias próximas para rezarem missas e ajudarem na catequese dos índios. O conjunto foi tombado pelo IPHAN em 1938 e, desde 2004 abriga o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Interna, Vertical, Igrejas e capelas, Arquitetura, Arte Sacra, Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Embu das Artes, SP)
http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm; http://www.pateocollegio.com.br/newsite/conteudo.asp?i=i1&pag_id=13
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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