Título: Igreja de Santo Antonio (velha)
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Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
Flávio de Barros
(Autoria)
(Autoria)
1897
Detalhes
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Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros > Igreja de Santo Antonio (velha)
Igreja de Santo Antonio (velha)
(Título atribuído)
Flávio de Barros (Autoria)
1897(Data de produção)
Igreja Velha (de Santo Antônio), após o conflito; ao fundo, o campanário destruído pela "matadeira" em 24 de agosto de 1897. "Quando Antônio Conselheiro chegou à região de Canudos, antiga fazenda de gado abandonada, servida por diversas estradas, às margens do rio Vaza-Barris, encontrou uma igreja erguida em homenagem a santo Antônio. Restaurada por Conselheiro e seus seguidores, foi reinaugurada em 1893 com festas e missa rezado pelo padre Sabino, da freguesia do Cumbe, vilarejo próximo de Canudos. Era chamada de Igreja Velha pelos moradores do Arraial. Foi atacada inicialmente pelo comando da terceira Expedição, em março de 1897. Em 18 de julho, outro ataque a destruiu quase completamente. No entanto, mesmo destruída, ainda se ouvia o soar de seu sino após este dia, sempre às 18h, hora consagrada à Ave Maria. Em 24 de agosto, pela manhã, o Withworth 32, conhecido como Matadeira, atirou do alto da Favela - serra próxima ao rio Vaza-Barris, ao sul de Canudos - contra a igreja: "viu-se arrebentar, com estrondo, a enorme schrapnell [projétil oco, que se enche de balas] entre as paredes da igreja, esfarelando-lhe o teto, terrubado os restos de campanário e fazendo saltar pelos ares, revoluteando, estridulamente badalando, como se ainda vibrasse um alarma, o velho sino que chamava ao descer das tardes os combatentes para as rezas..." (Euclides da Cunha). No mesmo dia 24, o 25º batalhão atacou e incendiou esta igreja, reduzindo a cinzas o madeiramente de seu telhado. Fotografia realizada após o final dos combates." 00001tmp
Publicada em "Cadernos de Fotografia Brasileira: Canudos", número 1, dezembro de 2002.
Imagem anteriormente publicada na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Imagem anteriormente publicada na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
MONOCROMÁTICA
17,4(altura) x 12,1(largura)(imagem)
Pessoas, Igrejas e capelas, Aspectos urbanos, Arquitetura, Externa, Retrato, Vertical, Diurna, Canudos
Foto proveniente do álbum II (em pequeno formato, composto por cinco cadernos soltos, com capa solta, medindo: 16,5 x 26,5 x 5,5 cm) pertencente ao Museu da República. Neste álbum esta é a foto número 52 do caderno 5.
"Cadernos de Fotografia Brasileira, número1: Canudos". Instituto Moreira Salles, dezembro de 2002, pp. 53-57.
Poucas informações se tem acerca do fotógrafo Flávio de Barros. Consta, porém, que tinha um estúdio em Salvador, chamado "Photographia Americana", e que foi contratado pelo Exército para fotografar a guerra contra o arraial de Canudos, acompanhando as tropas comandadas pelo General Carlos Eugênio de Andrade Guimarães. Augusto Flávio de Barros chegou a Canudos em 26 de Setembro de 1897 e lá permaneceu até 6 de Outubro do mesmo ano, um dia depois da capitulação da cidade.
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Em domínio público
Flávio de Barros/Álbum Canônico Virtual de Canudos - projeto em parceria com: Museu da República; Instituto Geográfico e Histórico da Bahia; Casa de Cultura Euclides da Cunha/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
