Título: Sepultura do capitão Aguiar
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Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
Flávio de Barros
(Autoria)
(Autoria)
1897
Detalhes
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Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros > Sepultura do capitão Aguiar
Sepultura do capitão Aguiar
(Título atribuído)
Flávio de Barros (Autoria)
1897(Data de produção)
Sepultura do capitão Antônio Manuel de Aguiar e Silva, morto no assalto final a Canudos.
"O capitão do 1º Regimento de Cavalaria, Antônio Manuel de Aguiar e Silva, faleceu às 15 h do dia 1º de outubro, durante o assalto final a Canudos. Euclides da Cunha narra o episódio que resultou na morte do capitão: "(...) ao passar um batalhão que avançava, se afastou dos companheiros para observar, da esquina, a investida. E ao observá-la, vigorosa e impávida, o moço republicano, que era um oficial valente, jovial e bom, tirou o chapéu, agitando-o entusiasticamente e ergueu - febricitante - um viva fervoroso à República. Essa saudação custou-lhe a vida: a vida fugiu-lhe do peito envolta nas vibrações de um brado heróico, precisamente na ocasião em que sua alma sincera ansiava pela existência eterna da República." Foi sepultdo às 18 h do mesmo dia, conforme testemunho do correspondente da Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro." CCEC-16A08
"O capitão do 1º Regimento de Cavalaria, Antônio Manuel de Aguiar e Silva, faleceu às 15 h do dia 1º de outubro, durante o assalto final a Canudos. Euclides da Cunha narra o episódio que resultou na morte do capitão: "(...) ao passar um batalhão que avançava, se afastou dos companheiros para observar, da esquina, a investida. E ao observá-la, vigorosa e impávida, o moço republicano, que era um oficial valente, jovial e bom, tirou o chapéu, agitando-o entusiasticamente e ergueu - febricitante - um viva fervoroso à República. Essa saudação custou-lhe a vida: a vida fugiu-lhe do peito envolta nas vibrações de um brado heróico, precisamente na ocasião em que sua alma sincera ansiava pela existência eterna da República." Foi sepultdo às 18 h do mesmo dia, conforme testemunho do correspondente da Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro." CCEC-16A08
Publicada em "Cadernos de Fotografia Brasileira: Canudos", número 1, dezembro de 2002.
Imagem anteriormente publicada na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Imagem anteriormente publicada na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
MONOCROMÁTICA
17,4(altura) x 11,9(largura)(imagem)
Pessoas, Manifestações / Festas Populares, Indumentária, Externa, Horizontal, Retrato, Diurna, Canudos
Foto proveniente do álbum II (em pequeno formato, composto por cinco cadernos soltos, com capa solta, medindo: 16,5 x 26,5 x 5,5 cm) pertencente ao Museu da República. Neste álbum esta é a foto número 21 do caderno 2.
"Cadernos de Fotografia Brasileira, número1: Canudos". Instituto Moreira Salles, dezembro de 2002, pp. 53-57.
Poucas informações se tem acerca do fotógrafo Flávio de Barros. Consta, porém, que tinha um estúdio em Salvador, chamado "Photographia Americana", e que foi contratado pelo Exército para fotografar a guerra contra o arraial de Canudos, acompanhando as tropas comandadas pelo General Carlos Eugênio de Andrade Guimarães. Augusto Flávio de Barros chegou a Canudos em 26 de Setembro de 1897 e lá permaneceu até 6 de Outubro do mesmo ano, um dia depois da capitulação da cidade.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Flávio de Barros/Álbum Canônico Virtual de Canudos - projeto em parceria com: Museu da República; Instituto Geográfico e Histórico da Bahia; Casa de Cultura Euclides da Cunha/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
