Título: Paranoia: “havia um revólver"
Detalhes
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Paranoia: “havia um revólver"
(Título atribuído)
Wesley Duke Lee (Autoria)
1963(Data de produção)
Cenas da cidade de São Paulo. Pássaro empalhado e revólveres expostos em vitrine.
Imagens de Wesley Duke Lee publicadas juntamente com os poemas de Roberto Piva no livro Paranóia, lançado originalmente pela Editora Massao Ohno, em 1963.
O IMS publicou duas novas edições do livro: uma edição fac-símile em 2000, e outra em 2009.
Publicados em p/RP e cfb2/IMS
O IMS publicou duas novas edições do livro: uma edição fac-símile em 2000, e outra em 2009.
Publicados em p/RP e cfb2/IMS
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
12(altura) x 16,7(largura)(imagem/dimensão total)
Artisita plástico (1931), estudou desenho no Museu de Arte de São Paulo, cidade onde nasceu, antes de cursar artes gráficas em Nova York. Freqüentador de bienais de arte, participou de dezenas de exposições, com destaque para 'Retrospectiva' (Masp, 1992). É autor de uma série de imagens da capital paulista usadas no livro 'Paranóia' (São Paulo: Massao Ono, 1963; 2 ed., São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2000), do poeta Roberto Piva.
Wesley Duke Lee (São Paulo SP 1931 - idem 2010). Desenhista, gravador, artista gráfico, professor. Faz curso de desenho livre no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), em 1951. Um ano depois, viaja para os Estados Unidos e estuda na Parson's School of Design e no American Institute of Graphic Arts, em Nova York, até 1955. Nessa época, acompanha as primeiras manifestações da arte pop e vê trabalhos de Robert Rauschenberg (1925-2008), Jasper Johns (1930) e Cy Twombly (1928-2011). No Brasil, em 1957, deixa a publicidade e torna-se aluno do pintor Karl Plattner (1919-1989), com quem trabalha em São Paulo e, posteriormente, na Itália e na Áustria, até 1960. Nessa época, vive também em Paris, freqüenta a Académie de la Grande Chaumière e o ateliê de Johnny Friedlaender (1912-1992). Retorna ao Brasil em 1960. Em 1963, inicia trabalho com os jovens artistas Carlos Fajardo (1941), Frederico Nasser (1945), José Resende (1945), Luiz Paulo Baravelli (1942), entre outros. Nesse ano, realiza, no João Sebastião Bar, em São Paulo, O Grande Espetáculo das Artes, um dos primeiros happenings do Brasil. Procura organizar um movimento artístico, o realismo mágico, com Maria Cecília (1928), Bernardo Cid (1925-1982), Otto Stupakoff (1935-2009) e Pedro Manuel-Gismondi (1925-1999), e outros. Em 1966, com Nelson Leirner (1932), Geraldo de Barros (1923-1998), José Resende (1945), Carlos Fajardo e Frederico Nasser, funda, como reação ao mercado de arte, o Grupo Rex, que existe até 1967. Freqüentador de bienais de arte, participou de dezenas de exposições, com destaque para Retrospectiva (Masp, 1992). É autor, ainda, de uma série de imagens da capital paulista usadas no livro Paranóia (São Paulo: Massao Ono, 1963; 2. ed., São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2000), do poeta Roberto Piva.
