Título: Rua Primeiro de Março
Detalhes
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Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > GUILHERME SANTOS > Rua Primeiro de Março
Rua Primeiro de Março
(Título atribuído)
Guilherme Santos (Autoria)
circa 1910(Data de produção)
1905 - 1915(Datas-limite)
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Negativo - Vidro
GELATINA/ Prata
P&B
4,5(altura) x 11(largura)(imagem)
Transporte por animal / à tração animal, Transporte sobre trilhos, Indumentária, Chapéu, Pessoas, Igrejas e capelas, Arquitetura, Edifícios e prédios, Cena de rua, Diurna, Externa, Praça XV de Novembro, Convento do Carmo - Rio de Janeiro, Rua Direita (atual Primeiro de Março), Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Rio de Janeiro, RJ), Igreja da Ordem Terceira do Carmo (Rio de Janeiro, RJ), Centro da cidade
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Guilherme Antônio dos Santos (Rio de Janeiro, 1871-1966), fotógrafo amador, foi um dos pioneiros da estereoscopia no Brasil ao introduzir o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor. Desenvolvido na França por volta de 1839, o Verascope tornou-se bastante popular entre os fotógrafos amadores e fotoclubes.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Guilherme Santos/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
