Título: A Baroneza, primeira locomotiva brasileira, na Praça Mauá
Detalhes
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Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > GUILHERME SANTOS > A Baroneza, primeira locomotiva brasileira, na Praça Mauá
A Baroneza passando pela Praça Mauá
(Título original)
A Baroneza, primeira locomotiva brasileira, na Praça Mauá
(Título atribuído)
Guilherme Santos (Autoria)
1934(Data de produção)
A fotografia, possivelmente, refere-se à comemoração do 80º aniversário da introdução dos serviços ferroviários no Brasil, em 10 de Agosto de 1934.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Diapositivo - Vidro
GELATINA/ Prata
P&B
4,5(altura) x 11(largura)(imagem)
Árvores, Transporte sobre trilhos, Trem, Indumentária, Chapéu, Pessoas, Arquitetura, Automóvel / Carro, Edifícios e prédios, Cena de rua, Diurna, Externa, Praça Mauá, Centro da cidade
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
INTERNET: http://vfco.brazilia.jor.br/EFCB-Central-Brasil/locomotiva-Baronesa-1934-Avenida-Rio-Branco.shtml
Guilherme Antônio dos Santos (Rio de Janeiro, 1871-1966), fotógrafo amador, foi um dos pioneiros da estereoscopia no Brasil ao introduzir o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor. Desenvolvido na França por volta de 1839, o Verascope tornou-se bastante popular entre os fotógrafos amadores e fotoclubes.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Guilherme Santos/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
