Título: Jardim do Campo da Aclamação, atual Campo de Santana; estátuas do Outono e da Primavera
Título: Jardim do Campo da Aclamação, atual Campo de Santana; estátuas do Outono e da Primavera
Detalhes
002080RJ0118.jpg
Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > GUILHERME SANTOS > Jardim do Campo da Aclamação, atual Campo de Santana; estátuas do Outono e da Primavera
Jardim do Campo da Aclamação Estatuas do Outono e Primavera
(Título original)
Jardim do Campo da Aclamação, atual Campo de Santana; estátuas do Outono e da Primavera
(Título atribuído)
Guilherme Santos (Autoria)
circa 1925(Data de produção)
1920 - 1930(Datas-limite)
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Diapositivo - Vidro
GELATINA/ Prata
MONOCROMÁTICA / SEPIA
4,5(altura) x 11(largura)(imagem)
Estátuas e Monumentos, Paisagismo, Flora / Vegetação, Externa, Diurna, Campo de Santana - antigo Campo da Aclamação, Centro do Rio de Janeiro
Guilherme Antônio dos Santos (Rio de Janeiro, 1871-1966), fotógrafo amador, foi um dos pioneiros da estereoscopia no Brasil ao introduzir o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor. Desenvolvido na França por volta de 1839, o Verascope tornou-se bastante popular entre os fotógrafos amadores e fotoclubes.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Guilherme Santos/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
