Título: Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária
Título: Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária
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Instituto Moreira Salles
Guilherme Santos
(Autoria)
(Autoria)
12 de outubro de 1933
Detalhes
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Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > GUILHERME SANTOS > Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária
Visita Presidente Justo Missa na Candelaria O presidente Justo Ernesto Sena
(Título original)
Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária
(Título atribuído)
Guilherme Santos (Autoria)
12 de outubro de 1933(Data de produção)
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Diapositivo - Vidro
GELATINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
4,5(altura) x 11(largura)(imagem)
Pessoas, Multidão, Manifestações políticas, Avenida Rio Branco (Rio de Janeiro)
Guilherme Antônio dos Santos (Rio de Janeiro, 1871-1966), fotógrafo amador, foi um dos pioneiros da estereoscopia no Brasil ao introduzir o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor. Desenvolvido na França por volta de 1839, o Verascope tornou-se bastante popular entre os fotógrafos amadores e fotoclubes.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Guilherme Santos/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
