Título: Os bandos de Lampião, Juriti e Luis Pedro, com Nenê
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Os bandos de Lampião, Juriti e Luis Pedro, com Nenê
(Título atribuído)
Benjamin Abrahão (Autoria)
1936(Data de produção)
Benjamin Abrahão fotografou os cangaceiros dividos em três bandos principais, que se encontravam eventualmente mas andavam separados para confundir as volantes. Da esquerda para a direita:
Bando de Lampião: Lampião, Vila Nova, Diferente e Passarinho
Bando de Juriti: Juriti, Mané Velho, Pitombeira, Gorgusarinho e Cacheado
Bando de Luis Pedro: Sabonete, Barra Nova, Luís Pedro e, ao seu lado, sua companheira, Nenê
(1936)
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Bando de Lampião: Lampião, Vila Nova, Diferente e Passarinho
Bando de Juriti: Juriti, Mané Velho, Pitombeira, Gorgusarinho e Cacheado
Bando de Luis Pedro: Sabonete, Barra Nova, Luís Pedro e, ao seu lado, sua companheira, Nenê
(1936)
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Páginas 120 e 121 do livro Iconografia do Cangaço (2012), de Ricardo Albuquerque.
GELATINA/ Prata
P&B
Retrato coletivo, Externa, Horizontal, Retrato, Diurna
Reprodução/ Foto de Benjamin Abrahão Butto e pertencentes ao acervo da Aba Filmes, do Ceará.
Essa fotografia foi publicada no Diário de Pernambuco de 20 de janeiro de 1937.
Essa fotografia foi publicada no Diário de Pernambuco de 20 de janeiro de 1937.
ALBUQUERQUE, Ricardo. Iconografia do cangaço. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2012.
Diário de Pernambuco de 27 de dezembro de 1936 - http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/22547
MELLO, Frederico Pernambucano de Melo. Benjamin Abrahão - Entre anjos e cangaceiros.São Paulo: Escrituras, 2012.
Diário de Pernambuco de 27 de dezembro de 1936 - http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/22547
MELLO, Frederico Pernambucano de Melo. Benjamin Abrahão - Entre anjos e cangaceiros.São Paulo: Escrituras, 2012.
O fotógrafo libanês Benjamin Abrahão Botto (1890 - 1938), é responsável por uma importante iconografia - registros fotográficos e filme - sobre o cangaço brasileiro. Chegou ao Brasil por volta de 1915 e por algum tempo foi secretário particular do Padre Cícero, ocasião em que, provavelmente, conheceu Lampião, o rei do cangaço. Entre 1936 e 1937, embrenhou-se no sertão nordestino para encontrar o bando do cangaceiro e produziu dezenas de fotografias e um filme. Em sua empreitada foi ajudado por por Adhemar Bezerra de Albuquerque (1892 - 1975), fundador da Aba Filme, de Fortaleza. Benjamin foi assassinado em maio de 1938.
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Em domínio público
Benjamin Abrahão/Acervo Instituto Moreira Salles
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