Título: Igreja Nossa Senhora da Glória
Detalhes
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Brascan - Cem Anos no Brasil
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Igreja Nossa Senhora da Glória
(Título atribuído)
Augusto Malta (Autoria)
1906(Data de produção)
Largo do Machado e a Igreja Nossa Senhora da Glória. Antes de se tornar Largo do Machado, chamou-se campo das Pitangueiras e das Laranjeiras. Machado deve-se à existência de um enorme machado de pau no primeiro açougue aí instalado. Em 1834 foi renomeado Largo da Glória, por conta da igreja aí construída, e em 1880 chamou-se Praça Duque de Caxias, logo após a morte do general, mas logo voltou a ser Largo do Machado. A pedra fundamental da igreja foi lançada em 1842 pelas mãos de D. Pedro II, ainda menino, e era um projeto dos franceses Koeler e Rivière. As obras foram interrompidas em 1864, por falta de recursos, e reiniciadas em 1868. Finalmente, em 1872, a igreja foi terminada.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
22,7(altura) x 28,6(largura)(imagem)
27,5(altura) x 35,8(largura)(dimensão total)
27,5(altura) x 35,8(largura)(dimensão total)
Transporte por animal / à tração animal, Igrejas e capelas, Transportes, Aspectos urbanos, Paisagismo, Flora / Vegetação, Externa, Paisagem, Diurna, Largo do Machado
Considerado um dos precursores do fotojornalismo brasileiro, o alagoano Augusto Cesar de Malta Campos, nascido em 1864, documentou mudanças urbanas por que passou o Rio de Janeiro nas primeiras três décadas do século XX com o olhar voltado para os seus habitantes, como operários, prostitutas, velhos e crianças. Aluno de Marc Ferrez, teve fotografias reproduzidas pelas primeiras edições ilustradas do Brasil, como 'Kosmos', 'Fon-Fon' e 'Revista Ilustrada'. Viveu até 1957.
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 267/268.
Augusto César Malta de Campos (1864 - 1957). Alagoano, viveu no Rio de Janeiro, produção principal: 3 primeiras décadas do séc. XX. Nasceu em Paulo Afonso, na Província de Alagoas, em 1864. Em 1900 iniciou suas atividades como fotógrafo amador, recebendo parte de seu aprendizado de Marc Ferrez. Em 1903 foi nomeado Fotógrafo Oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro pelo Prefeito Moreira Passos. Deve-se a Malta a mais importante documentação fotográfica do Rio de Janeiro nas três primeiras décadas do século XX. Ele registrou toda a transformação urbana ocorrida na cidade nesse período: demolições, construções, retificações de praças, logradouros e edifícios históricos, além de fotografar os personagens da cidade. Suas fotos foram utilizadas nas primeiras publicações ilustradas como Fon-Fon, Careta, Kosmos, entre outras, e em cartões postais. Malta pode ser considerado um dos precursores do fotojornalismo no país. Faleceu em 1957 no Rio de Janeiro.
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Em domínio público
Augusto Malta/Coleção Brascan Cem Anos no Brasil/Acervo Instituto Moreira Salles
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