Título: Os irmãos Carlos e Hélio Gracie durante treino de jiu-jitsu
Detalhes
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José Medeiros
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Os irmãos Carlos e Hélio Gracie durante treino de jiu-jitsu
(Título atribuído)
José Medeiros (Autoria)
circa 1950(Data de produção)
1949 - 1950(Datas-limite)
Algumas das fotografias dessa série foram usadas na matéria Hélio Gracie desafia Ezzard Charles - Texto de Luciano Carneiro e fotos de José Medeiros (O Cruzeiro, 14 de janeiro de 1950).
A mundialmente famosa família Gracie tem ascendência escocesa e é originária de Belém. Os patriarcas e irmãos Carlos Gracie (1902-1994) e Hélio Gracie (1913-2009) são considerados os pais do jiu-jitsu no Brasil. Carlos Gracie foi o precursor dos lutadores da família. Desde 1925, mais de 40 membros da família Gracie têm dedicado suas vidas à prática e à disseminação das técnicas e da filosofia do Gracie Jiu-Jitsu. Em 2018, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro decretou uma lei declarando a família Gracie Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial da cidade do Rio de Janeiro.
A mundialmente famosa família Gracie tem ascendência escocesa e é originária de Belém. Os patriarcas e irmãos Carlos Gracie (1902-1994) e Hélio Gracie (1913-2009) são considerados os pais do jiu-jitsu no Brasil. Carlos Gracie foi o precursor dos lutadores da família. Desde 1925, mais de 40 membros da família Gracie têm dedicado suas vidas à prática e à disseminação das técnicas e da filosofia do Gracie Jiu-Jitsu. Em 2018, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro decretou uma lei declarando a família Gracie Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial da cidade do Rio de Janeiro.
Hélio Gracie desafia Ezzard Charles - (O Cruzeiro, 14 de janeiro de 1950) - http://memoria.bn.br/docreader/003581/68339
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Foto publicada.
Matéria sobre o assunto: Hélio Gracie desafia Ezzard Charles - Texto de Luciano Carneiro e fotos de José Medeiros (O Cruzeiro, 14 de janeiro de 1950). Desafio do campeão brasileiro de jiu-jitsu, Helio Gracie (1913 - 2009), ao campeão mundial de boxe, Ezzard Charles (1921 - 1975). Fotos dos irmãos Carlos Gracie (1902 - 1994) com todos os seus 11 filhos e Hélio Gracie; Sonja Gracie, filha de Carlos, treinando com o tio Hélio; uma mulher treinando com Hélio; fotos de demonstrações de jiu-jitsu.
Matéria sobre o assunto: Hélio Gracie desafia Ezzard Charles - Texto de Luciano Carneiro e fotos de José Medeiros (O Cruzeiro, 14 de janeiro de 1950). Desafio do campeão brasileiro de jiu-jitsu, Helio Gracie (1913 - 2009), ao campeão mundial de boxe, Ezzard Charles (1921 - 1975). Fotos dos irmãos Carlos Gracie (1902 - 1994) com todos os seus 11 filhos e Hélio Gracie; Sonja Gracie, filha de Carlos, treinando com o tio Hélio; uma mulher treinando com Hélio; fotos de demonstrações de jiu-jitsu.
http://www.gracieacademy.com/pt/generations.asp
https://www.graciemag.com/2018/08/02/lei-torna-familia-gracie-patrimonio-do-rio-de-janeiro-por-difundir-jiu-jitsu/
Hélio Gracie desafia Ezzard Charles - Texto de Luciano Carneiro e fotos de José Medeiros (O Cruzeiro, 14 de janeiro de 1950) - http://memoria.bn.br/DocReader/003581/68339
https://www.graciemag.com/2018/08/02/lei-torna-familia-gracie-patrimonio-do-rio-de-janeiro-por-difundir-jiu-jitsu/
Hélio Gracie desafia Ezzard Charles - Texto de Luciano Carneiro e fotos de José Medeiros (O Cruzeiro, 14 de janeiro de 1950) - http://memoria.bn.br/DocReader/003581/68339
Chamado por seus colegas de poeta da luz, o fotográfo piauiense José Medeiros gostava de se definir como um grande lambe-lambe. Mas seu trabalho, com imagens raramente posadas que mostravam uma realidade espontânea, ajudou a construir o fotojornalismo nacional e revolucionou a maneira de fotografar para a imprensa no Brasil. Suas maiores influências foram George Platty Nes, Walker Evans, Paul Strand, Berenice Abbot, Eugene Smith e Henri Cartier-Bresson. Nasceu em Teresina em 1921, filho mais velho do casal Zenaide e Francisco Medeiros, que tiveram mais um filho, o cenógrafo e figurinista Anísio Medeiros (1922 - 2003), e três filhas. A família veio para o Rio em 1939. Medeiros começou então a trabalhar como funcionário público nos Correios e no Departamento Nacional do Café. Montou um pequeno estúdio em sua casa onde fotografava artistas famosos como Cacilda Becker (1921 - 1969). Paralelamente, trabalhava como freelancer para as revistas Tabu e Rio. Nesta última, conheceu o fotógrafo francês Jean Manzon (1915 - 1990) que, em 1946, o levou para a revista O Cruzeiro, carro-chefe dos Diários Associados. Medeiros trabalhou na revista até 1961. Registrou o café society e as paisagens cariocas, tribos indígenas, eventos esportivos, religiosos e folclóricos, o carnaval, concursos de beleza e diversos outros aspectos da vida no Brasil. Fotografou também personalidades importantes das artes e da política como Arnaldo Jabor, Bob Hope, Cacilda Becker, Cândido Rondon, Cícero Dias, Dorival Caymmi, Eurico Gaspar Dutra, Evita, Getúlio Vargas, Graciliano Ramos, Grande Otelo, Gregório Bezerra, Harry Truman, Jorge Amado, Juscelino Kubitschek, Luís Carlos Prestes, Maria Della Costa, Millôr Fernandes, Oscar Niemeyer, Simone Signoret, Tom Jobim, Vinícius de Morais, Washington Luís e os irmãos Villas-Boas. Foi parceiro de diversos repórteres, dentre eles David Nasser (1917 - 1980), Franklin de Oliveira (1916 - 2000), Hélio Fernandes (1920 - ), José Amádio (1923 - 1992), Millôr Fernandes (1923 - 2012), Samuel Weiner (1910 - 1980), Arlindo Silva (1924 - 2011) e José Leal (1925 - 1977). Com este último formou uma das duplas famosas da revista. Alguns dos ensaios fotográficos mais significativos de Medeiros foram realizados em suas viagens pelo Brasil. Um deles, realizado na Bahia,documentava o ritual de iniciação das filhas de santo, e foi publicado na reportagem As noivas dos deuses sanguinários, em 15 de setembro de 1951. Em 1962, Medeiros fundou com os fotógrafos Flávio Damm (1928 - ) e Yedo Mendonça (1926 – 1978) a agência fotográfica Image, uma das primeiras do gênero no Brasil. Estreou no cinema, em 1965, assinando a fotografia de A falecida. Em 1977, ganhou o Prêmio de Fotografia do Festival de Gramado pelos filmes Aleluia Gretchen, de Sylvio Back; e O Seminarista, de Geraldo Santos Pereira. Em 27 de agosto de 1990, faleceu, vítima de infarto, em Áquila, na Itália, onde participava do Festival Ecológico Último Grito.
Instituto Moreira Salles
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