Título: Escultura Unidade tripartida, 1ª Bienal de Arte de São Paulo, vencedora do primeiro prêmio de Escultura
Título: Escultura Unidade tripartida, 1ª Bienal de Arte de São Paulo, vencedora do primeiro prêmio de Escultura
Detalhes
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Hans Gunter Flieg
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Escultura Unidade tripartida, 1ª Bienal de Arte de São Paulo, vencedora do primeiro prêmio de Escultura
(Título atribuído)
Hans Gunter Flieg (Autoria)
1951(Data de produção)
Registro de escultura Unidade Tripartida do artista Max Bill (1948-1949) participante da 1ª Bienal de Artes de São Paulo e vencedora do primeiro Prêmio de Escultura. A escultura é feita de aço inoxidável.
A primeira edição da Bienal foi realizada pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) em um pavilhão provisório localizado na Esplanada do Trianon, na região da Avenida Paulista.
A primeira edição da Bienal foi realizada pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) em um pavilhão provisório localizado na Esplanada do Trianon, na região da Avenida Paulista.
Fotografia integrante da exposição e catálogo Hans Gunter Flieg: Dokumentarfotografie aus Brasilien (1940-1970). Realizada em 2008 no museu Kunstsammlungen de Chemnitz, na Alemanha de 7 de março a 1 de junho.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
Escultura, Exposição, Arte, Interna, Vertical, Museu de Arte Moderna - SP
1) Atualmente a obra pertence ao acervo do MAC/USP.
http://www.bienal.org.br/exposicao.php?i=2266
O alemão Hans Gunter Flieg (Chemnitz, Alemanha, 1923 - São Paulo, Brasil, 2024), poeta do aço e do concreto, tinha 16 anos quando o recrudescimento do antissemitismo de Adolf Hitler levou sua família a migrar para São Paulo, bem a tempo de se tornar um dos principais documentadores do explosivo desenvolvimento industrial e urbanístico que transformou a cidade em meados do século XX. A partir de 1945, quando se estabeleceu no mercado como fotógrafo industrial, de publicidade e de arquitetura, e até os anos 1980, lançou um olhar rigoroso – com influências marcadas da Bauhaus e do grupo alemão Nova Objetividade – sobre instalações industriais, edifícios, interiores e objetos, tensionando muitas vezes a fronteira entre a objetividade da fotografia documental e o refinamento formal que ambiciona transformar a imagem em abstração.
