Título: Antônio Maria e Millôr Fernandes
Detalhes
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José Ramos Tinhorão
José Ramos Tinhorão > Antônio Maria e Millôr Fernandes
Fotografia
Antônio Maria e Millôr Fernandes
(Título)
1963(Data de produção)
Antônio Maria (à esquerda) e Millôr Fernandes.
Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais] (Recife, PE, 17/03/1921 - Rio de Janeiro, 15/10/1964): compositor, jornalista, escritor e locutor esportivo.
Millôr Fernandes [Milton Viola Fernandes] (Rio de Janeiro, 16/08/1923 - Rio de Janeiro, 27/03/2012): escritor, desenhista, humorista, dramaturgo, tradutor e jornalista. O "Filósofo do Méier". Também usou o pseudônimo Emmanuel Vão Gôgo. Irmão do jornalista Hélio Fernandes [Hélio Viola Fernandes] (Rio de Janeiro, 17/10/1920 ou 11/01/1921 - Rio de Janeiro, 10/03/2021).
Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais] (Recife, PE, 17/03/1921 - Rio de Janeiro, 15/10/1964): compositor, jornalista, escritor e locutor esportivo.
Millôr Fernandes [Milton Viola Fernandes] (Rio de Janeiro, 16/08/1923 - Rio de Janeiro, 27/03/2012): escritor, desenhista, humorista, dramaturgo, tradutor e jornalista. O "Filósofo do Méier". Também usou o pseudônimo Emmanuel Vão Gôgo. Irmão do jornalista Hélio Fernandes [Hélio Viola Fernandes] (Rio de Janeiro, 17/10/1920 ou 11/01/1921 - Rio de Janeiro, 10/03/2021).
Boate Casablanca
1) SANTOS, Joaquim Ferreira dos. "Um homem chamado Maria". Rio de Janeiro: Objetiva, 2006. Pág. 101;
2) Fascículo "História da Música Popular Brasileira Vol. 36 - Antônio Maria". São Paulo: Abril Cultural, 1971. Pág. 11;
3) Fascículo "Nova História da Música Popular Brasileira - Antônio Maria", 2. ed. Abril Cultural, 1978. Pág. 10.
2) Fascículo "História da Música Popular Brasileira Vol. 36 - Antônio Maria". São Paulo: Abril Cultural, 1971. Pág. 11;
3) Fascículo "Nova História da Música Popular Brasileira - Antônio Maria", 2. ed. Abril Cultural, 1978. Pág. 10.
Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
