Título: Imperatriz do Brasil
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Joaquim Insley Pacheco
(Autoria)
(Autoria)
1875
Detalhes
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > Imperatriz do Brasil
Kaiserin von Brasilien
(Título original)
Imperatriz do Brasil
(Título atribuído)
Joaquim Insley Pacheco (Autoria)
1875(Data de produção)
Imperatriz do Brasil D. Teresa Cristina Maria de Bourbon, princesa das Duas Sicílias, nasceu em março de 1822, filha do rei Fernando II das Duas Sicílias. Ela e D. Pedro II casaram-se por procuração em Nápoles, no ano de 1843, e logo depois Teresa Cristina enfrentaria uma longa viagem na fragata "Constituição" rumo ao Brasil. Em 3 de setembro de 1843 a comitiva chegava à baía do Rio de Janeiro, e em seguida deu-se a cerimônia de casamento nos trópicos. Conta-se que o futuro imperador teria ficado decepcionado com a mulher, a quem conhecia somente por quadros, mas foi encorajado para cumprir seu dever pela condessa de Belmonte, sua ama, e pelo mordomo da Casa Imperial. O casal teve quatro filhos, mas somente as duas meninas (as princesas Isabel e Leopoldina) viveram mais que um ano de idade. D. Teresa Cristina morreu em Portugal em 1889, quando a família imperial já encontrava-se no exílio imposto após a proclamação da República. Seus restos mortais, assim como os de D. Pedro II (morto em 1891), repousam atualmente no Mausoléu Imperial, na cidade de Petrópolis.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
9,3(altura) x 5,6(largura)(imagem)
Pessoas, Indumentária, Retrato individual, Retrato, Vertical, Estúdio
Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador, pp. 91-100; http://pt.wikipedia.org/wiki/Teresa_Cristina_Maria_de_Bourbon
O fotógrafo Joaquim José Pacheco nasceu em Portugal em uma data imprecisa (alguns pesquisadores sugerem cerca de 1830). Adotou o nome "Insley" por volta de 1855, possivelmente para homenagear H.E Insley, um dos seus mestres nos Estados Unidos. Reconhecido como importante retratista, um dos primeiros registros de sua carreira datam do final da década de 1840, quando teria tido os primeiros contatos com a fotografia através do irlandês Frederic Walter. Entre 1849 e 1851 o artista teria passado uma temporada nos Estados Unidos, tendo inclusive aprimorado seus estudos com H.E. Insley e Jeremiah Gurney, famosos daguerreotipistas de Nova York. Após passagens por Fortaleza e Sobral, no Ceará, e Recife, em Pernambuco, Pacheco estabeleceu-se no Rio de Janeiro em 1855, montando um bem sucedido ateliê. Por muitas vezes, inclusive, chegou a fotografar os membros da família imperial. Até 1884 o fotógrafo anunciava-se só, mas a partir de 1885, e até 1897, seu estabelecimento fotográfico pertenceria à sociedade Joaquim Insley Pacheco & Filho. Agraciado com o título de Fotógrafo da Casa Imperial em 1855, Insley produzia seus retratos sobre chapas (daguerreótipo), papel, vidro (ambrotipo) e marfim, além de retratos a óleo e fotopinturas. Também participou de exposições na Academia Imperial de Belas Artes e em outras mostras nacionais e internacionais. O fotógrafo morreu na cidade do Rio de Janeiro em 1912.
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Em domínio público
Joaquim Insley Pacheco/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
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