Título: Mulher indígena da região do rio Negro
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Felipe Augusto Fidanza
(Autoria)
(Autoria)
circa 1873
Detalhes
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > Mulher indígena da região do rio Negro
Arara-Indianerin vom Rio Negro
(Título original)
Mulher indígena da região do rio Negro
(Título atribuído)
Felipe Augusto Fidanza (Autoria)
circa 1873(Data de produção)
1868 - 1878(Datas-limite)
Mulher da etnia Arara usando adornos típicos (cocar e colares), na região do rio Negro. Desde 1850 havia notícias de contatos de índios da tribo Arara com moradores da região ribeirinha dos rios Xingu e Iriri. Segundo descrições de exploradores da região, os Arara possuíam caráter pacífico e errante pela região do Xingu; suas mulheres eram admiradas pela beleza e era comum a miscigenação com outros povos indígenas. A denominação "arara" está ligada ao mito de origem do povo, cuja lenda conta que araras vermelhas tentaram levar de volta aos céus muitos dos que de lá caíram. Foi essa tragédia que teria dado origem ao mundo terreno. Os araras falam uma língua da família Karib e pertencem à mesma família sub-dialetal que incluía os Apiacás (hoje extintos), os Yaruma (também extintos) e os Ikpeng.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
8,8(altura) x 5,5(largura)(imagem)
Pessoas, Povos Indígenas, Indumentária, Retrato individual, Retrato, Vertical
Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel.
http://www.pegue.com/indio/arara.htm; http://www.socioambiental.org/pib/epi/arara/origens.shtm
O italiano Felipe Augusto Fidanza é considerado um dos mais importantes fotógrafos em atividade no Norte do Brasil em fins do século XIX e princípio do século XX. Ele teria chegado a Belém do Pará em 1867, junto com a comitiva de D. Pedro II, que foi à cidade para a cerimônia de Abertura dos Portos da Amazônia ao Comércio Exterior. Em 1873, além do ateliê em Belém, já havia estendido suas atividades também para Manaus. Além do trabalho em estúdio, Fidanza dedicou-se à documentação urbana e ao registro de vistas e paisagens do Amazonas e do Pará, conseguido inclusive grande divulgação de sua obra por conta dos álbuns publicados pelas administrações estaduais. Não sabe ao certo a data de seu nascimento, mas o fotógrafo teria se suicidado em 1904, pulando do convés do navio que o levava da Europa para o Brasil.
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Em domínio público
Felipe Augusto Fidanza/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
