Título: Mulheres indígenas, provavelmente, do povo Karajá em Xambioá
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Paul Ehrenreich
(Autoria)
(Autoria)
1894
Detalhes
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > Mulheres indígenas, provavelmente, do povo Karajá em Xambioá
Sambroafrauen. Araguaya.
(Título original)
Mulheres indígenas, provavelmente, do povo Karajá em Xambioá
(Título atribuído)
Paul Ehrenreich (Autoria)
1894(Data de produção)
O rio Araguaia nasce na serra dos Kayapó, na divisa entre Goiás e Mato Grosso do Sul, e é o principal afluente do rio Tocantins. O rio ocupa uma zona de transição entre o cerrado do Planalto Central e a floresta Amazônica, e em suas margens podem ser encontradas diversas etnias indígenas. Os karajás historicamente habitam as margens do rio, tanto do lado oeste da ilha do Bananal como no alto curso do rio, esta área de ocupação mais recente. Os xamioá, ou "karajás do norte", ocupam o baixo curso do rio, ao norte do estado do Tocantins. Já os javaé, que segundo a tradição oral nativa e os primeiros registros por escrito, viviam no interior da ilha do Bananal e ao longo do rio Javaés e seus afluentes, no início do século XX.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
17,2(altura) x 11,4(largura)(imagem/dimensão total)
Pessoas, Povos Indígenas, Povo Karajá, Retrato coletivo, Externa, Vertical, Diurna
Esta imagem integra a Coleção Paul Ehrenreich.
http://www.socioambiental.org/pib/epi/javae/loc.shtm
Paul Ehrenreich nasceu em Berlim em 1885. Formado em medicina, posteriormente dedicou-se também aos estudos de antropologia e etnologia. Fez sua primeira viagem ao Brasil entre 1884 e 1885, e entre 1887 e 1889 participou de uma expedição ao Xingu. Sua última vinda ao país deu-se no período entre 1892 e 1893. Ehrenreich dedicou-se a retratar indígenas brasileiros, como os botocudos em Minas Gerais e no Espírito Santo, os meinacos no Pará e os bacairis no Mato Grosso. Importante quanto ao registro histórico (uma vez que são raros os registros de índios brasileiros no século XIX), seu trabalho, porém, é considerado deficiente do ponto de vista técnico. O fotógrafo e pesquisador, que chegou a estudar indígenas mexicanos e norte-americanos e a dar aulas de antropologia na Universidade de Berlim, faleceu na mesma cidade em 1914.
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Paul Ehrenreich/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
