Título: Panorama do Rio de Janeiro
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Georges Leuzinger
(Autoria)
(Autoria)
circa 1865
Detalhes
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > Panorama do Rio de Janeiro
Panorama von Rio de Janeiro
(Título original)
Panorama do Rio de Janeiro
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1865(Data de produção)
1865 - 1870(Datas-limite)
Panorama do Rio tirado do Morro do Livramento, hoje chamado Morro da Providência. Na primeira parte do panorama, à esquerda, vemos o bairro da Saúde e seus trapiches - armazéns e depósitos de mercadorias desembarcadas - e barcos. O grande prédio do Mercado da Harmonia está próximo ao mar. No final do século XIX o mercado virou um cortiço, foi demolido por volta de 1905 e em seu lugar surgiu a Praça da Harmonia, na qual se destacava desde 1889 o edifício do Moinho Fluminense. Na segunda parte, ao centro do panorama, o casario do Centro da cidade e algumas das maiores igrejas. Do outro lado da Baía de Guanabara, vemos Niterói. Na terceira e última parte, vemos o Quartel do Campo Sant´Anna à esquerda, erguido por volta de 1811 em terrenos doados, localizados ao lado do Campo, considerados excelentes pelo Ministro Conde de Linhares. A partir de 1861 sua fachada foi remodelada - tornou-se assobradada - e ali instalou-se o Quartel General do Exército e o Ministério da Guerra. Foi reconstruído e ampliado pelo Marechal Hermes no governo de Afonso Pena (1906 a 1909); na sua parte dianteira, o Marechal Dutra - no Estado Novo - mandou levantar o Palácio da Guerra (hoje chamado Palácio Duque de Caxias).
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
27,5(altura) x 115,9(largura)(imagem/dimensão total)
Montanha/Morro, Aspectos urbanos, Baía, Externa, Panorama, Diurna
Esta imagem Integra a Coleção Alphons Stübel.
Vasquez, P. ORJFL, p. 40; Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 189.
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
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Georges Leuzinger/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
