Título: São Clemente e Largo dos Leões
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Georges Leuzinger
(Autoria)
(Autoria)
circa 1865
Detalhes
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > São Clemente e Largo dos Leões
Rio de Janeiro: Largo de Leão, Weg nach dem Jardim botanico
(Título original)
São Clemente e Largo dos Leões
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1865(Data de produção)
1860 - 1870(Datas-limite)
A Fazenda da Olaria, maior propriedade do Dr. Clemente de Matos, foi adquirida pelo Conde dos Arcos (último vice-rei do Brasil) e em 1825 vendida para Joaquim Marques Leão, o Velho, patriarca da família dos Leões. Podemos ver sua grande casa na extrema esquerda da fotografia. Além de dividir suas terras em loteamentos e abrir duas ruas (Real Grandeza e Nova de S. Joaquim, atual Voluntários da Pátria), ele também doou terreno para a construção da nova matriz da Igreja de São João Batista da Lagoa. Quando morreu, em 1853, seus herdeiros doaram à Câmara um largo (o Largo dos Leões) e outra rua em suas terras (a Rua Marques). A primeira casa à direita pertenceu ao Comendador Manuel José de Faria e, posteriormente, ao seu genro Edmond Leuzinger (filho de George Leuzinger). Hoje está instalado o Convento de Nossa Senhora de Lourdes. A casa no alto do morro, com uma fileira de palmeiras na frente, abriga o Asilo de Órfãos da Santa Casa, hoje encoberta pelas árvores.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
18(altura) x 22,5(largura)(imagem)
Aspectos urbanos, Acidente Geográfico, Flora / Vegetação, Externa, Horizontal, Diurna, Largo dos Leões
Esta imagem Integra a Coleção Alphons Stübel.
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg.282/283;
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, pp. 114/115.
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, pp. 114/115.
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
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Em domínio público
Georges Leuzinger/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
