Título: Vista de Botafogo
P002SAm52-0127.jpg
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Marc Ferrez
(Autoria)
(Autoria)
circa 1870
Detalhes
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > Vista de Botafogo
Rio de Janeiro. Botafogo Bai
(Título original)
Vista de Botafogo
(Título atribuído)
Marc Ferrez (Autoria)
circa 1870(Data de produção)
1865 - 1875(Datas-limite)
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
9,5(altura) x 13,3(largura)(imagem/dimensão total)
Casas e habitações, Externa, Horizontal, Paisagem, Diurna
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 286.
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 106.
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 106.
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
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Marc Ferrez/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
