Título: Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas da casa de Wornsdorff
P002SAm52-0132.jpg
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Paul Ehrenreich
(Autoria)
(Autoria)
1894
Detalhes
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Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas da casa de Wornsdorff
Rio de Janeiro. Blick auf den Lagoa de Freitas v. Wornsdorffs Haus
(Título original)
Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas da casa de Wornsdorff
(Título atribuído)
Paul Ehrenreich (Autoria)
1894(Data de produção)
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índigenas de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a lagoa até a desembocadura do rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira.
Fotografia - Papel
COLÓDIO/ Prata
MONOCROMÁTICA
11,1(altura) x 19,3(largura)(imagem/dimensão total)
Externa, Horizontal, Diurna, Paisagem
Esta imagem integra a Coleção Paul Ehrenreich.
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 305;
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 116.
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 116.
Paul Ehrenreich nasceu em Berlim em 1885. Formado em medicina, posteriormente dedicou-se também aos estudos de antropologia e etnologia. Fez sua primeira viagem ao Brasil entre 1884 e 1885, e entre 1887 e 1889 participou de uma expedição ao Xingu. Sua última vinda ao país deu-se no período entre 1892 e 1893. Ehrenreich dedicou-se a retratar indígenas brasileiros, como os botocudos em Minas Gerais e no Espírito Santo, os meinacos no Pará e os bacairis no Mato Grosso. Importante quanto ao registro histórico (uma vez que são raros os registros de índios brasileiros no século XIX), seu trabalho, porém, é considerado deficiente do ponto de vista técnico. O fotógrafo e pesquisador, que chegou a estudar indígenas mexicanos e norte-americanos e a dar aulas de antropologia na Universidade de Berlim, faleceu na mesma cidade em 1914.
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Paul Ehrenreich/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
