Título: Corpo de soldado chinês
Detalhes
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Luciano Carneiro
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Corpo de soldado chinês
(Título atribuído)
Luciano Carneiro (Autoria)
1951(Data de produção)
Fotografia integrou a exposição: “As origens do fotojornalismo no Brasil - Um olhar sobre O Cruzeiro”, 2012, IMS-RJ.
Colombianos na Coréia, Revista O Cruzeiro, ano XXII, n. 10, 22.12.1951
Colombianos na Coréia, Revista O Cruzeiro, ano XXII, n. 10, 22.12.1951
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
18(altura) x 24(largura)(imagem)
Guerras / Revoltas / Revoluções, Externa, Horizontal, Diurna
Luciano Carneiro esteve na Coreia entre 1951 e 1952 como correspondente da revista O Cruzeiro, para a qual produziu 10 matérias. Em 1956, na Coluna Do arquivo de um correspondente estrangeiro, produziu mais 5 matérias com fotografias da Coreia.
Tiragem de época.
Foto publicada na matéria A epopéia do "Morro 682" Colombianos na Coreia- Texto de Luciano Carneiro do front central da Coreia (O Cruzeiro, 22 de dezembro de 1951). Sobre um combate entre soldados colombianos e chineses durante a Guerra da Coreia. Fotos de cadáveres de soldados chineses, de soldados colombianos e de seu comandante, o tenente-coronel Jaime Polania, soldados feridos Correspondente de guerra. (Exterior). Edição não disponível na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.
Tiragem de época.
Foto publicada na matéria A epopéia do "Morro 682" Colombianos na Coreia- Texto de Luciano Carneiro do front central da Coreia (O Cruzeiro, 22 de dezembro de 1951). Sobre um combate entre soldados colombianos e chineses durante a Guerra da Coreia. Fotos de cadáveres de soldados chineses, de soldados colombianos e de seu comandante, o tenente-coronel Jaime Polania, soldados feridos Correspondente de guerra. (Exterior). Edição não disponível na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.
Colombianos na Coréia, Revista O Cruzeiro, ano XXII, n. 10, 22.12.1951
José Luciano Mota Carneiro foi um dos maiores nomes do fotojornalismo no Brasil. Nasceu em Fortaleza, no Ceará, em 9 de outubro de 1926, e iniciou sua carreira aos 16 anos, em 1942, trabalhando no Correio do Ceará, como revisor-auxiliar sem remuneração. Em 1947, tirou o brevê de piloto de aviação civil. Entre 1948 e 1959, Luciano participou como repórter, fotógrafo ou personagem em mais de 500 matérias da revista O Cruzeiro, que durante esse período direcionou-se para a produção de um fotojornalismo mais engajado e humanista. Como repórter percorreu o Brasil e o mundo e sua carreira foi marcada por grandes conquistas e sucessos. Cobriu vários acontecimentos marcantes da década de 50 como a Guerra na Coreia, a recuperação de Hiroxima, a Revolução Cubana, a coroação da Rainha Elizabeth II, copas do mundo de futebol e festivais de cinema. Também entrevistou importantes personalidades do cenário internacional como o médico Albert Schweitzer (1875 – 1965), a atriz Carmen Miranda (1909 - 1955), madame Chiang Kai Shek (1897 – 2003), Fidel Castro (1926 – 2016), a atriz Ingrid Bergman (1915 – 1982), o presidente do Egito, Mohammed Naguib (1901 – 1984) e o marechal Tito (1892 – 1980), dentre outras. A trajetória de Luciano Carneiro foi tragicamente interrompida quando, em 22 de dezembro de 1959, aos 33 anos, morreu em um acidente de avião quando voltava de Brasília, para onde havia ido fotografar o primeiro baile de debutantes da nova capital, às vésperas da inauguração – seus filmes e suas máquinas foram encontrados nos destroços do avião e a matéria, Debutantes de Brasília, foi publicada na edição de 16 de janeiro de 1960.
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