Título: Congada
Detalhes
023Congada_05.jpg
Henri Ballot
Henri Ballot > Individualizados > Congada
Congada
(Título atribuído)
Henri Ballot (Autoria)
dezembro de 1956(Data de produção)
A Congada é uma manifestação folclórica de origem africana, hoje incorporada pela Igreja Católica em algumas regiões do Brasil. Os autos são divididos, de um modo geral, em partes: a) a coroação dos reis de Congo, b) prestígios e embaixadas; c) reminiscências de bailados guerreiros, documentativos de lutas da Rainha Ginga, de Angola, contra os portugueses.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Festas folclóricas, Manifestações / Festas Populares, Indumentária, Externa, Diurna
Ballot foi o fotógrafo da matéria Congada, moçambique e caiapó, com texto de Arlindo Silva, publicada em O Cruzeiro, 29 de dezembro de 1956. é mencionado que foi realizada em dezembro de 1952.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Congada
Congada, moçambique e caiapó - Texto de Arlindo Silva e fotos de Henri Ballot (O Cruzeiro, 29 de dezembro de 1956) http://memoria.bn.br/docreader/003581/102391
https://dancasfolcloricas.blogspot.com.br/2011/03/caiapos.html
Congada, moçambique e caiapó - Texto de Arlindo Silva e fotos de Henri Ballot (O Cruzeiro, 29 de dezembro de 1956) http://memoria.bn.br/docreader/003581/102391
https://dancasfolcloricas.blogspot.com.br/2011/03/caiapos.html
Filho de pai francês e mãe brasileira, Henri Ballot, o Cartier Bresson do Cruzeiro, de pouca conversa e muitas objetivas nasceu, em 8 de fevereiro de 1921, em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Mudou-se, aos 2 anos, para a região de Charente, na França, onde cresceu. Durante a Segunda Guerra Mundial, atuou na Resistência Francesa e integrou como piloto a Free French Air Force, na Inglaterra. Encerrou sua carreira nos ares, em 1945, quando, pilotando um Bombardeiro B17, sofreu um acidente aéreo na África no qual, entre as 4 pessoas que estavam a bordo, foi o único sobrevivente. Em setembro de 1947, chegou no Rio de Janeiro, contratado pela Revista Rio para fotografar a alta sociedade paulistana. No mesmo ano, mudou-se para São Paulo. Em 1951, foi contratado pela O Cruzeiro, carro-chefe dos Diários Associados, e, entre esse ano e 1968, produziu para a revista cerca de 13 mil imagens. Ao longo da década de 50, também fez algumas contribuições para a revista A Cigarra. Teve como parceiros constantes os repórteres David Nasser (1917 - 1980), Jorge Ferreira (1924 - ?) e Margarida Izar (19? - ?), dentre outros. Algumas de suas reportagens mais importantes foram Gado humano, com texto de Jorge Ferreira, sobre os retirantes nordestinos em São Paulo; Tki - a prisioneira branca dos txucarramães, com texto de Jorge Ferreira, quando com os irmãos Villas-Boas foram feitos os primeiros contatos com os indígenas txucarramães; Antártida, silêncio branco, com texto de David Nasser, quando pela primeira vez na história do jornalismo nacional repórteres brasileiros foram à região e Novo recorde americano: miséria, uma resposta de O Cruzeiro a uma matéria publicada na revista Life, de autoria do lendário fotógrafo e cineasta Gordon Parks (1912 -2006), abordando a miséria em uma favela do Rio de Janeiro e centrada na figura de um garoto, Flávio da Silva. No início dos anos 70, Ballot mudou-se com sua família para a Ilha Grande, no litoral fluminense. Comprou um ultraleve e recomeçou a voar. Produzia e vendia fotos aéreas da região. Após 19 anos, foi morar em São José, Santa Catarina, ao lado de um aeroclube, que deu um novo brevê para Ballot poder continuar pilotando. Faleceu em 18 de outubro de 1997, quando se matou com um tiro na cabeça.
Instituto Moreira Salles
Solicitar imagem junto ao detentor dos direitos indicado no Copyright
