Título: Getúlio Vargas, Cláudio e Orlando Villas Bôas por ocasião da inauguração do campo de pouso na Serra do Cachimbo
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Detalhes
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Henri Ballot
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Getúlio Vargas, Cláudio e Orlando Villas Bôas por ocasião da inauguração do campo de pouso na Serra do Cachimbo
(Título atribuído)
Henri Ballot (Autoria)
1954(Data de produção)
A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu, que tinha por objetivo desbravar o Brasil central, uma região ainda inexplorada, e abrir estradas e construir campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Com a "descoberta" de índios de tribos isoladas pelo caminho e a desistência do chefe oficial da expedição, os três assumiram o comando da equipe que desbravaria o oeste brasileiro. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. Henri Ballot acompanhou a expedição ao Alto Xingu entre 1952 e 1957, período em que foram tiradas as fotos.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Pessoas, Povos Indígenas, Externa, Horizontal, Diurna
http://www.funai.gov.br/indios/personagens/vilas_boas.htm; http://www.brasiloeste.com.br/noticia/744/
O Jornal, 23 de janeiro de 1954 - http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/26429
Site da Fundação Getúlio Vargas - http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/arquivo-pessoal/NM/audiovisual/getulio-vargas-nero-moura-claudio-e-orlando-villas-boas-indigenas-e-outros-por-ocasiao-do-voo-inaugural-da-rota-rio-manaus-no-13-aniversario-do-mi
O Jornal, 23 de janeiro de 1954 - http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/26429
Site da Fundação Getúlio Vargas - http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/arquivo-pessoal/NM/audiovisual/getulio-vargas-nero-moura-claudio-e-orlando-villas-boas-indigenas-e-outros-por-ocasiao-do-voo-inaugural-da-rota-rio-manaus-no-13-aniversario-do-mi
Filho de pai francês e mãe brasileira, Henri Ballot, o Cartier Bresson do Cruzeiro, de pouca conversa e muitas objetivas nasceu, em 8 de fevereiro de 1921, em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Mudou-se, aos 2 anos, para a região de Charente, na França, onde cresceu. Durante a Segunda Guerra Mundial, atuou na Resistência Francesa e integrou como piloto a Free French Air Force, na Inglaterra. Encerrou sua carreira nos ares, em 1945, quando, pilotando um Bombardeiro B17, sofreu um acidente aéreo na África no qual, entre as 4 pessoas que estavam a bordo, foi o único sobrevivente. Em setembro de 1947, chegou no Rio de Janeiro, contratado pela Revista Rio para fotografar a alta sociedade paulistana. No mesmo ano, mudou-se para São Paulo. Em 1951, foi contratado pela O Cruzeiro, carro-chefe dos Diários Associados, e, entre esse ano e 1968, produziu para a revista cerca de 13 mil imagens. Ao longo da década de 50, também fez algumas contribuições para a revista A Cigarra. Teve como parceiros constantes os repórteres David Nasser (1917 - 1980), Jorge Ferreira (1924 - ?) e Margarida Izar (19? - ?), dentre outros. Algumas de suas reportagens mais importantes foram Gado humano, com texto de Jorge Ferreira, sobre os retirantes nordestinos em São Paulo; Tki - a prisioneira branca dos txucarramães, com texto de Jorge Ferreira, quando com os irmãos Villas-Boas foram feitos os primeiros contatos com os indígenas txucarramães; Antártida, silêncio branco, com texto de David Nasser, quando pela primeira vez na história do jornalismo nacional repórteres brasileiros foram à região e Novo recorde americano: miséria, uma resposta de O Cruzeiro a uma matéria publicada na revista Life, de autoria do lendário fotógrafo e cineasta Gordon Parks (1912 -2006), abordando a miséria em uma favela do Rio de Janeiro e centrada na figura de um garoto, Flávio da Silva. No início dos anos 70, Ballot mudou-se com sua família para a Ilha Grande, no litoral fluminense. Comprou um ultraleve e recomeçou a voar. Produzia e vendia fotos aéreas da região. Após 19 anos, foi morar em São José, Santa Catarina, ao lado de um aeroclube, que deu um novo brevê para Ballot poder continuar pilotando. Faleceu em 18 de outubro de 1997, quando se matou com um tiro na cabeça.;Presidente da República - 2o governo, período democrático
Presidente
presidente do Brasil
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Instituto Moreira Salles
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