Título: Pixinguinha, Beti e Donga (reprodução)
Detalhes
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José Ramos Tinhorão
José Ramos Tinhorão > Pixinguinha, Beti e Donga (reprodução)
Fotografia
Pixinguinha, Beti e Donga (reprodução)
(Título)
s.d.(Data de produção)
Da esquerda para a direita: Pixinguinha, Beti, pessoa não identificada e Donga.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972): cantora e dançarina, conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Casou-se com Pixinguinha em São Paulo no dia 05/01/1927.
Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972): cantora e dançarina, conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Casou-se com Pixinguinha em São Paulo no dia 05/01/1927.
Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira.
Sobre a data do nascimento de Donga: ver o "Jornal do Brasil" de 04/04/1969 (pág. 7). A data foi informada pelo próprio Donga, que chegou a exibir a sua certidão de nascimento, conforme consta no texto da reportagem, publicada na véspera do seu aniversário de 80 anos.
Compositor, instrumentista, maestro e arranjador, Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho, 1897-1973) foi assim definido pelo crítico e historiador Ary Vasconcelos: “Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas, se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.”
