Título: Grupo de músicos de choro
Detalhes
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José Ramos Tinhorão
José Ramos Tinhorão > Grupo de músicos de choro
Fotografia
Grupo de músicos de choro
(Título)
1927(Data de produção)
Na fila de trás, da esquerda para a direita: Raul Palmieri (o primeiro, com a flauta), Patricio Teixeira (o segundo, ao lado de Raul), Pixinguinha (o sexto, com o saxofone), Caninha (o sétimo) e Porto (o nono, com o clarinete). Na fila do meio, da esquerda para a direita: Henrique (o primeiro, com o violão), Alfredinho Flautim (o segundo, segurando o flautim), Honório (o terceiro, de gravata borboleta, com o cavaquinho no colo) e China (o quinto, com o violão). Na fila da frente, da esquerda para a direita: Bernardo (o segundo), Mamede (o terceiro, com o reco-reco), Lourenço Lamartine (o quarto, com o banjo) e Jacó Palmieri (o quinto, com o pandeiro).
Raul Palmieri (Rio de Janeiro, 11/11/1887): instrumentista (violão). Fez parte do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas. Irmão do percussionista Jacó Palmieri, também integrante dos Oito Batutas.
Patricio Teixeira [Patricio da Conceição Teixeira Chaves] (Rio de Janeiro, 18/03/1892 - Rio de Janeiro, 09/10/1972): cantor, compositor, instrumentista (violão) e professor (violão e canto). Foi casado com Nininha [Christodolina Vianna] (Rio de Janeiro, 31/05/1895), irmã do compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973).
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Caninha [José Luiz de Moraes] (Rio de Janeiro, 06/07/1883 - Rio de Janeiro, 16/06/1961): compositor e instrumentista (cavaquinho). Foi anteriormente conhecido como Caninha Doce. Ajudou a fundar os ranchos Dois de Ouro, União dos Amores e Reinado das Fadas. Foi diretor de canto do rancho Recreio das Flores.
Alfredinho Flautim [Alfredo José Rodrigues] (Juiz de Fora, MG, 24/07/1884 - Rio de Janeiro, 03/09/1958): compositor e instrumentista (flautim). Fez parte do Grupo da Velha Guarda.
Lourenço Lamartine (?? - 1975): compositor e instrumentista (bandolim e banjo).
Raul Palmieri (Rio de Janeiro, 11/11/1887): instrumentista (violão). Fez parte do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas. Irmão do percussionista Jacó Palmieri, também integrante dos Oito Batutas.
Patricio Teixeira [Patricio da Conceição Teixeira Chaves] (Rio de Janeiro, 18/03/1892 - Rio de Janeiro, 09/10/1972): cantor, compositor, instrumentista (violão) e professor (violão e canto). Foi casado com Nininha [Christodolina Vianna] (Rio de Janeiro, 31/05/1895), irmã do compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973).
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Caninha [José Luiz de Moraes] (Rio de Janeiro, 06/07/1883 - Rio de Janeiro, 16/06/1961): compositor e instrumentista (cavaquinho). Foi anteriormente conhecido como Caninha Doce. Ajudou a fundar os ranchos Dois de Ouro, União dos Amores e Reinado das Fadas. Foi diretor de canto do rancho Recreio das Flores.
Alfredinho Flautim [Alfredo José Rodrigues] (Juiz de Fora, MG, 24/07/1884 - Rio de Janeiro, 03/09/1958): compositor e instrumentista (flautim). Fez parte do Grupo da Velha Guarda.
Lourenço Lamartine (?? - 1975): compositor e instrumentista (bandolim e banjo).
Grupos de choro, Conjuntos musicais / Orquestras
1) SILVA, Marília Trindade Barboza da; OLIVEIRA FILHO, Arthur Loureiro de. "Pixinguinha: filho de Ogum bexiguento". Rio de Janeiro: FUNARTE, 1979. Pág. 131;
2) SILVA, Marília Trindade Barboza da; OLIVEIRA FILHO, Arthur Loureiro de. "Pixinguinha: filho de Ogum bexiguento". Rio de Janeiro: Gryphus, 1998. Pág. 104;
3) Catálogo da exposição “Pixinguinha” (curadora: Lu Araújo). Brasília: Centro Cultural Banco do Brasil, 2012. Caderno 2: “Carinhoso”. Págs. 60 e 61;
4) Sobre o nome de batismo e a data do nascimento de Patricio Teixeira: ver post sobre ele na página Discografia Brasileira do IMS (https://discografiabrasileira.com.br/posts/246331/semente-do-samba-a-voz-do-sertao-seresteiro-incorrigivel-eis-patricio-teixeira-icone-da-nossa-musica-popular).
2) SILVA, Marília Trindade Barboza da; OLIVEIRA FILHO, Arthur Loureiro de. "Pixinguinha: filho de Ogum bexiguento". Rio de Janeiro: Gryphus, 1998. Pág. 104;
3) Catálogo da exposição “Pixinguinha” (curadora: Lu Araújo). Brasília: Centro Cultural Banco do Brasil, 2012. Caderno 2: “Carinhoso”. Págs. 60 e 61;
4) Sobre o nome de batismo e a data do nascimento de Patricio Teixeira: ver post sobre ele na página Discografia Brasileira do IMS (https://discografiabrasileira.com.br/posts/246331/semente-do-samba-a-voz-do-sertao-seresteiro-incorrigivel-eis-patricio-teixeira-icone-da-nossa-musica-popular).
Compositor, instrumentista, maestro e arranjador, Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho, 1897-1973) foi assim definido pelo crítico e historiador Ary Vasconcelos: “Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas, se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.”
