Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Rachel de Queiroz (RQ)
Mario Quintana
(Autoria)
Rachel de Queiroz
(Destinatário)
(Autoria)
Rachel de Queiroz
(Destinatário)
20 de março de 1981
Detalhes
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Rachel de Queiroz (RQ)
Rachel de Queiroz (RQ) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
20 de março de 1981
; 1(folhas)
Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.;Uma das maiores romancistas brasileiras, dona de prosa vigorosa e enxuta, Rachel de Queiroz foi também cronista excepcional. Nasceu em Fortaleza (CE), em 17 de novembro de 1910, e aos dezesseis anos começou a atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1945, ano em que deu início a trinta anos de colaboração como cronista na revista O Cruzeiro, período em que deu continuidade à sua obra de romancista. Morreu no Rio de Janeiro, em 4 de novembro de 2010.
O Arquivo Rachel de Queiroz chegou ao Instituto Moreira Salles em 2006. É composto de originais, como o de um livro de poemas até então inédito intitulado “Mandacaru”, publicado pelo IMS em 2010, e de grande parte de recortes de jornal com a sua produção de cronista. Destacam-se os recortes de jornal com as primeiras colaborações da autora na imprensa do Ceará, material reunido por sua mãe, Clotilde, em um álbum conservado por Alba Frota, amiga da escritora.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
