Título: Elizeth Cardoso e Camerata Carioca
Detalhes
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Elizeth Cardoso
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Fotografia
Elizeth Cardoso e Camerata Carioca
(Título)
junho de 1983(Data de produção)
Elizeth Cardoso e Camerata Carioca no show "Uma Rosa para Pixinguinha", homenagem ao compositor nos 10 anos de seu falecimento. Ao fundo estão integrantes da Camerata Carioca. Da esquerda para a direita: Dazinho (sopros), Beto Cazes (percussão, encoberto), Henrique Cazes (cavaquinho), Joaquim Santos (violão, encoberto) e Luís Otávio Braga (violão de 7, o primeiro à direita).
Elizeth Cardoso [Elizette Moreira Cardoso] (Rio de Janeiro, 16/07/1920 - Rio de Janeiro, 07/05/1990): cantora. Conhecida como "A Divina", "A Mulata Maior", "A Magnífica", "A Enluarada", "A Noiva do Samba-Canção", "A Lady do Samba".
Dazinho [Edgard Gonçalves] (24/03/1953 - 18/06/1990): instrumentista (flauta e saxofone), compositor e engenheiro. Integrante dos conjuntos Coisas Nossas e Camerata Carioca.
Beto Cazes [Humberto Leal Cazes] (Rio de Janeiro, 13/03/1955): instrumentista (percussão), arranjador e produtor. Integrante dos conjuntos Coisas Nossas, Camerata Carioca, Nó em Pingo d'Água e Orquestra de Cordas Brasileiras. Criador do grupo de percussão Baticum. Irmão do músico Henrique Cazes.
Henrique Cazes [Henrique Leal Cazes] (Rio de Janeiro, 02/02/1959): instrumentista (cavaquinho, violão, banjo, bandolim, viola caipira e violão tenor), compositor, escritor, radialista, arranjador, produtor e cantor. Também costuma se apresentar como seu alter-ego, o sambista Jota Canalha. Integrante dos conjuntos Coisas Nossas e Camerata Carioca. Fundador e integrante da Orquestra Pixinguinha. Irmão do músico Beto Cazes.
Joaquim Santos [Joaquim Antônio dos Santos Neto] (São Luís, MA, 20/12/1951): instrumentista (violão), professor e pesquisador. Integrante do conjunto Camerata Carioca. Irmão do cineasta, fotógrafo e professor Murilo Santos [José Murilo Moraes dos Santos] (São Luís, MA, 18/12/1952).
Luís Otávio Braga [Luís Otávio Rendeiro Corrêa Braga] (Belém, PA, 28/03/1953): instrumentista (violão), compositor, arranjador e professor. Integrante dos conjuntos Galo Preto e Camerata Carioca. Irmão do instrumentista (flauta), professor e regente José Maria Braga [José Maria Rendeiro Corrêa Braga] (Belém, PA, 29/12/1955), integrante dos conjuntos Galo Preto e Sexteto Mosaiko.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Elizeth Cardoso [Elizette Moreira Cardoso] (Rio de Janeiro, 16/07/1920 - Rio de Janeiro, 07/05/1990): cantora. Conhecida como "A Divina", "A Mulata Maior", "A Magnífica", "A Enluarada", "A Noiva do Samba-Canção", "A Lady do Samba".
Dazinho [Edgard Gonçalves] (24/03/1953 - 18/06/1990): instrumentista (flauta e saxofone), compositor e engenheiro. Integrante dos conjuntos Coisas Nossas e Camerata Carioca.
Beto Cazes [Humberto Leal Cazes] (Rio de Janeiro, 13/03/1955): instrumentista (percussão), arranjador e produtor. Integrante dos conjuntos Coisas Nossas, Camerata Carioca, Nó em Pingo d'Água e Orquestra de Cordas Brasileiras. Criador do grupo de percussão Baticum. Irmão do músico Henrique Cazes.
Henrique Cazes [Henrique Leal Cazes] (Rio de Janeiro, 02/02/1959): instrumentista (cavaquinho, violão, banjo, bandolim, viola caipira e violão tenor), compositor, escritor, radialista, arranjador, produtor e cantor. Também costuma se apresentar como seu alter-ego, o sambista Jota Canalha. Integrante dos conjuntos Coisas Nossas e Camerata Carioca. Fundador e integrante da Orquestra Pixinguinha. Irmão do músico Beto Cazes.
Joaquim Santos [Joaquim Antônio dos Santos Neto] (São Luís, MA, 20/12/1951): instrumentista (violão), professor e pesquisador. Integrante do conjunto Camerata Carioca. Irmão do cineasta, fotógrafo e professor Murilo Santos [José Murilo Moraes dos Santos] (São Luís, MA, 18/12/1952).
Luís Otávio Braga [Luís Otávio Rendeiro Corrêa Braga] (Belém, PA, 28/03/1953): instrumentista (violão), compositor, arranjador e professor. Integrante dos conjuntos Galo Preto e Camerata Carioca. Irmão do instrumentista (flauta), professor e regente José Maria Braga [José Maria Rendeiro Corrêa Braga] (Belém, PA, 29/12/1955), integrante dos conjuntos Galo Preto e Sexteto Mosaiko.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Sala Funarte Sidney Miller, Conjuntos musicais / Orquestras
Sobre o nome do show e a data: ver campo "Marcas e inscrições originais, editadas e impressas" das imagens EC[fotos]_02_0486 e EC[fotos]_02_0487 (fotos tiradas na mesma ocasião). Sobre o campo "Local" e os nomes dos integrantes da Camerata Carioca, ver: https://www.immub.org/album/uma-rosa-para-pixinguinha-elizeth-cardoso-radames-gnattali-e-camerata-carioca
Compositor, instrumentista, maestro e arranjador, Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho, 1897-1973) foi assim definido pelo crítico e historiador Ary Vasconcelos: “Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas, se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.”
