Título: Theatro Municipal
Detalhes
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Mestres do Séc. XIX
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Theatro Municipal
(Título original)
Theatro Municipal
(Título atribuído)
José dos Santos Affonso (Autoria)
circa 1920(Data de produção)
1915 - 1921(Datas-limite)
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado em 14 de julho de 1909, 4 anos e meio após o início de sua construção, nos primeiros dias de janeiro de 1905. Projetado pelo engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do prefeito do Rio, Francisco Pereira Passos (1836 - 1913), e por Albert Guilberg, foi inspirado no Theatro da Ópera de Paris. O prédio é um dos mais bonitos e imponentes da cidade e sua história mistura-se com a trajetória cultural do Brasil. Artistas de renome como os irmãos Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931) e Henrique Bernardelli (1857 – 1936), Eliseu Visconti (1866 – 1944) e Rodolfo Amoedo (1857 – 1941) participaram da decoração do teatro. Considerado uma das mais importantes salas de espetáculos da América do Sul, ao longo de seus 108 anos recebeu grandes artistas nacionais e internacionais, como as cantoras Bidu Sayão (1902 – 1999), Maria Callas (1923 – 1977) e Renalta Tebaldi (1922 – 2004); os maestros Arturo Toscanini (1867 – 1957), Igor Stravinsky (1882 – 1971) e Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959); a atriz Sarah Bernhardt (1844 – 1923) e os bailarinos Margot Fonteyn (1919 – 1991), Rudolf Nureyev (1938 – 1993), Ana Botafogo (1957-) e Mikhail Baryshnikov (1948-); além de importantes personalidades como o papa Francisco (1936-) e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (1961-).
À direita a Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central) e, à esquerda, edificações nas faldas do Morro de Santo Antonio.
À direita a Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central) e, à esquerda, edificações nas faldas do Morro de Santo Antonio.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
15,8(altura) x 22(largura)(imagem)
16,3(altura) x 22,4(largura)(dimensão total)
16,3(altura) x 22,4(largura)(dimensão total)
Arquitetura, Edifícios e prédios, Externa, Horizontal, Paisagem, Diurna, Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 177 e 178.
Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional
Rio de Janeiro 1900 - 1930 - Uma crônica fotográfica, de George Ermakoff, 2003.
Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional
Rio de Janeiro 1900 - 1930 - Uma crônica fotográfica, de George Ermakoff, 2003.
José dos Santos Affonso (18? - 1921), casado desde 1903 com Alzira Reis firmou com Antônio José Vieira um contrato para abrir uma loja de venda de cartões postais e artigos de papelaria na avenida Central, 144 , em 1910. Affonso foi anunciado no Almanak Laemmert de 1916 e 1918 como proprietário da Papelaria Photo-Rio Branco, no mesmo endereço avenida Rio Branco, nº 90 que no ano de 1921 foi também também o da Photo Lopes . Devido à morte de Affonso, em 22 de junho de 1921, a Papelaria Rio Branco passou a pertencer a sua viúva, Alzira, com quem tinha um filho, Oswaldo. Em 1929, o estabelecimento ofereceu à Miss Brasil, Olga Bernamini, cartões-postais com o retrato dela. Em 1935, a Papelaria Rio Branco foi anunciada pela última vez no Almanak Laemmert.
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Em domínio público
José dos Santos Affonso/Acervo Instituto Moreira Salles
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